Resistência natural de nove madeiras do semi-árido brasileiro a cupins subterrâneos, em ensaio de laboratório

dc.creatorPaes, Juarez Benigno
dc.creatorMorais, Verlândia de Medeiros
dc.creatorFarias Sobrinho, Desmoulins Wanderley de
dc.creatorBakke, Olaf Andreas
dc.date2015-10-16
dc.date.accessioned2017-08-01T20:17:02Z
dc.date.available2017-08-01T20:17:02Z
dc.date.issued2017-08-01
dc.description.abstractThe research evaluated the natural resistance of nine woods of Brazilian semi-arid region species to subterranean termites, under laboratory condition. The studied species were Prosopis juliflora, Piptadenia macrocarpa, Myracrodruon urundeuva, Schinopsis brasiliensis, Senna siamea, Tabebuia aurea, Amburana cearenses, Tabebuia impetiginosa and Aspidosperma pyrifolium. Samples measuring 2.54 x 2.00 x 0.64 cm, with the largest measure taken on fiber direction were obtained from four positions from pith to bark direction. The samples were submitted to the action of Nasutitermes corniger termites for 28 days. The wood resistance to termites attack, with exception of Prosopis juliflora and Tabebuia aurea, was affected by position on pith to bark direction, but was not associated to wood density. The Aspidosperma pyrifolium and Tabebuia impetiginosa woods were the more resistance woods. The wood natural resistance was not associated to soluble hot water extractives content present in the wood of each studied species.
dc.description.resumoO objetivo da pesquisa foi avaliar a resistência de nove madeiras de ocorrência no semiárido brasileiro a cupins subterrâneos, em condições de laboratório. As madeiras estudadas foram a algaroba (Prosopis juliflora), angico (Piptadenia macrocarpa), aroeira (Myracrodruon urundeuva), braúna (Schinopsis brasiliensis), cássia (Senna siamea), craibeira (Tabebuia aurea), cumaru (Amburana cearenses), pau d’arco (Tabebuia impetiginosa) e o pereiro (Aspidosperma pyrifolium). De cada espécie, foram retirados corpos-de-prova de 2,54 x 2,00 x 0,64 cm, com a maior dimensão no sentido das fibras, em quatro posições na direção medula-casca da árvore. As amostras foram submetidas, por 28 dias, à ação de cupins Nasutitermes corniger. A resistência ao ataque de cupins, exceto para a algaroba e craibeira, foi afetada pela posição na direção medula-casca, não estando relacionada à densidade das madeiras ensaiadas. O pereiro e o pau d’arco foram as mais resistentes. A resistência natural não esteve associada à concentração de extrativos solúveis em água quente encontrada no lenho de cada espécie.
dc.identifier.citationPAES, J. B. et al. Resistência natural de nove madeiras do semi-árido brasileiro a cupins subterrâneos, em ensaio de laboratório. CERNE, Lavras, v. 9, n. 1, p. 36-47.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br/handle/1/14795
dc.publisherUniversidade Federal de Lavras (UFLA)
dc.rightsAttribution 4.0 International*
dc.rightsAttribution 4.0 International
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
dc.source2317-6342
dc.source0104-7760
dc.subjectMadeiras do semi-árido
dc.subjectResistência natural
dc.subjectCupins subterrâneos
dc.subjectBrazilian semi-arid woods
dc.subjectWood natural resistance
dc.subjectSubterranean termites
dc.titleResistência natural de nove madeiras do semi-árido brasileiro a cupins subterrâneos, em ensaio de laboratório
dc.title.alternativeNatural resistance of wood of nine brazilian semi-arid regions tree species to subterranean termites, under laboratory condition
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion

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