dissertação
Effect of phytogenic feed additive, yeast and organic minerals on dairy cows subjected to ruminal acidosis
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Universidade Federal de Lavras
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Faculdade de Zootecnia e Medicina Veterinária (FZMV)
Departamento
epartamento de Zootecnia
Programa de Pós-Graduação
Programa de Pós-Graduação em Zootecnia
Agência de fomento
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) – Código de Financiamento 001
Tipo de impacto
Tecnológico
Econômicos
Outros
Econômicos
Outros
Áreas Temáticas da Extenção
Tecnologia e produção
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
ODS 12: Consumo e produção responsáveis
Dados abertos
Resumo
Um aditivo fitogênico alimentar (PHY), levedura não viável e minerais orgânicos podem reduzir a acidose ruminal em vacas leiteiras submetidas à alimentação em grande volume único (slug-feeding). Quinze vacas Holandesas (40,0 ± 6,9 kg/d, 103 ± 54 dias em lactação, 607 ± 81 kg) foram alimentadas com uma sequência de tratamentos: controle (CTL), PHY [0,01 % da matéria seca (MS) de Digestarom] e YOM (PHY + 0,075 % da MS de levedura não viável + 0,15 % da MS de fontes orgânicas de S, Cu, Mn, Zn, Se) em quadrados latinos 3 × 3 com períodos de 35 dias (22 dias de adaptação). As vacas foram ordenhadas 3×/dia e alimentadas individualmente com uma ração total à base de silagem de milho com 31,2 % de amido na MS. Durante os dias 29 e 32 de cada período, a ração foi removida de cada vaca às 19h e as vacas foram alimentadas ad libitum às 7h dos dias 30 e 33 para induzir slug-feeding. Os dados obtidos ao longo do tempo durante os dias 23 a 35 foram analisados como medidas repetidas com o procedimento MIXED do SAS. O modelo incluiu os efeitos de quadrado, vaca (quadrado), período, tratamento, dia e a interação entre tratamento e dia. Dois contrastes foram avaliados: 1) Aditivo fitogênico: CTL vs. PHY+YOM e 2) Levedura + minerais orgânicos: PHY vs. YOM. Significância estatística foi declarada em P ≤ 0,05 e tendência em P ≤ 0,10. O protocolo de indução de acidose ruminal induziu variação diária na maioria das variáveis e houve muito poucas interações tratamento × dia. A restrição alimentar nos dias 29 e 32 induziu picos no consumo de matéria seca (CMS) e na duração da primeira refeição diária, além de reduções na produção de leite, peso corporal e pH ruminal nos dias 30 e 33. Vacas alimentadas com PHY+YOM apresentaram maior CMS do que vacas alimentadas com CTL (23,7 vs. 23,0 kg/d) e houve tendência para YOM aumentar o CMS em relação ao PHY (23,9 vs. 23,5 kg/d). A produção de leite não diferiu (33,0 kg/d), mas o leite corrigido pela energia (ECM) foi maior no PHY+YOM do que no CTL (31,9 vs. 31,0 kg/d). As concentrações no leite de gordura, ácidos graxos pré-formados, mistos e de novo foram todas aumentadas pelo PHY+YOM em relação ao CTL. Vacas alimentadas com PHY+YOM apresentaram maior tempo diário de ruminação do que CTL. A composição do leite de vacas alimentadas com YOM não diferiu do PHY. O pH ruminal medido em intervalos de 30 min, o perfil de fermentação, o rendimento microbiano e o pH fecal não diferiram. O consumo de matéria orgânica digestível (DOMI) foi aumentado no PHY+YOM em relação ao CTL e tendeu a ser aumentado no YOM em relação ao PHY. A digestibilidade total do trato de MS e MO tendeu a ser maior e o pH sanguíneo jugular foi menor no YOM do que no PHY. Vacas alimentadas com PHY+YOM apresentaram maior pressão parcial de CO₂ no sangue venoso do que CTL. A segunda indução de slug-feeding (d 33) induziu maior pH sanguíneo jugular e excesso de base do que a primeira indução (d 30). A permeabilidade intestinal avaliada pela concentração plasmática de Cr após dose pulso de Cr-EDTA no rúmen e a concentração sérica de proteína ligadora de lipopolissacarídeo não diferiram. Vacas alimentadas com o aditivo fitogênico (PHY+YOM) apresentaram maior CMS, DOMI, ECM, rendimento de gordura e tempo de ruminação do que vacas alimentadas com CTL, sem alteração na fermentação ruminal e permeabilidade intestinal, e a suplementação de levedura + minerais orgânicos (YOM) tendeu a aumentar o CMS e a digestibilidade da dieta em relação ao PHY.
Abstract
A phytogenic feed additive (PHY), non-viable yeast and organic minerals can reduce ruminal acidosis in dairy cows subjected to slug-feeding. Fifteen Holstein cows (40.0 ± 6.9 kg/d, 103 ± 54 days in milk, 607 ± 81 kg) were fed a sequence of treatments, control (CTL), PHY [0.01 % of dry matter (DM) of Digestarom], and YOM (PHY + 0.075 % of DM of non-viable yeast + 0.15 % of DM of organic sources of S, Cu, Mn, Zn, Se) in 3 × 3 Latin squares with 35-d periods (22-d adaptations). Cows were milked 3 ×/d and individually fed on a corn silage based total mixed ration with 31.2 % starch in DM. During days 29 and 32 of each period, feed was removed from each cow at 1900 h and cows were fed ad libitum at 0700 h of days 30 and 33 to induce slug-feeding. Data obtained over time during days 23 to 35 were analyzed as repeated measures with the MIXED procedure of SAS. The model had the effects of square, cow (square), period, treatment, day, and the interaction between treatment and day. Two contrasts were evaluated: 1) Phytogenic feed additive: CTL vs PHY+YOM and 2) Yeast + organic minerals: PHY vs YOM. Statistical significance was declared at P ≤ 0.05 and tendency at P ≤ 0.10. The ruminal acidosis induction protocol induced daily variation in most variables and there were very few treatment × day interactions. Feed restriction on days 29 and 32 induced spikes in dry matter intake (DMI) and in the duration of the first daily meal and reductions in milk yield, body weight, and ruminal pH on days 30 and 33. Cows fed PHY+YOM had higher DMI than cows fed CTL (23.7 vs 23.0 kg/d) and there was a tendency for YOM to increase DMI relative to PHY (23.9 vs 23.5 kg/d). Milk yield did not differ (33.0 kg/d), but energy-corrected milk (ECM) was higher on PHY+YOM than CTL (31.9 vs 31.0 kg/d). The concentrations in milk of fat, preformed, mixed and de novo fatty acids were all increased by PHY+YOM relative to CTL. Cows fed PHY+YOM had higher daily rumination time than CTL. Milk composition of cows fed YOM did not differ from PHY. Ruminal pH measured at 30-min intervals, fermentation profile, microbial yield and fecal pH did not differ. The intake of digestible organic matter (DOMI) was increased on PHY+YOM relative to CTL and tended to be increased on YOM relative to PHY. The total-tract digestibility of DM and OM tended to be higher and jugular blood pH was lower on YOM than PHY. Cows fed PHY+YOM had higher partial pressure of CO2 in venous blood than CTL. The second induction of slug-feeding (d 33) induced higher jugular blood pH and base excess than the first induction (d 30). Gut permeability evaluated by the plasma Cr concentration after pulse dosing Cr-EDTA into the rumen and blood serum lipopolysaccharide binding protein concentration did not differ. Cows fed the phytogenic feed additive (PHY+YOM) had greater DMI, DOMI, ECM, fat yield and rumination time than cows fed CTL without change in ruminal fermentation and gut permeability, and the supplementation of yeast + organic minerals (YOM) tended to increase DMI and diet digestibility relative to PHY.
Descrição
Área de concentração
Produção e nutrição de ruminantes
Agência de desenvolvimento
Palavra chave
Marca
Objetivo
Procedência
Impacto da pesquisa
Resumen
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DOI
Citação
DORIGO, Daniel Evangelista. Effect of phytogenic feed additive, yeast and organic minerals on dairy cows subjected to ruminal acidosis. 2026. 91 p. Dissertação (Mestrado em Zootecnia) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2026.
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