tese
Fluxo gênico e métodos de detecção e quantificação de milho geneticamente modificado
Carregando...
Notas
Data
Autores
Orientadores
Editores
Coorientadores
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Federal de Lavras
Faculdade, Instituto ou Escola
Departamento
Departamento de Agricultura
Programa de Pós-Graduação
Programa de Pós-Graduação em Agronomia/Fitotecnia
Agência de fomento
Tipo de impacto
Áreas Temáticas da Extensão
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Dados abertos
Resumo
Com o avanço das áreas com milho transgênico no Brasil e com a necessidade de controlar a pureza genética de sementes e grãos, aumenta a demanda por pesquisas para estimar o fluxo gênico nesta espécie. Além disso, é preciso trabalhar com tamanhos de amostras representativos dos lotes nos testes para a certificação da pureza genética em sementes e grãos. Neste sentido, o presente trabalho foi realizado com os seguintes objetivos: estimar o tamanho de amostra para a detecção de milho geneticamente modificado por meio da amostragem sequencial; estimar o fluxo gênico de milho transgênico, com resistência a insetos, em campos de produção de grãos e avaliar metodologias para a detecção e identificação de organismos geneticamente modificados. Para a avaliação do fluxo gênico, amostras de grãos foram coletadas em lavouras contendo milho convencional e transgênico, nos municípios de Itumirim, Uberlândia, Paracatu e Tupaciguara, em Minas Gerais; Itapetininga e Pedrinhas, em São Paulo e Assaí e Ponta Grossa, no Paraná. As análises para a estimativa do fluxo gênico foram realizadas no Laboratório Central de Sementes da Universidade Federal de Lavras, por meio da técnica de PCR em tempo real. Para a avaliação da sensibilidade dos testes de tiras para a detecção de OGM, sementes transgênicas foram misturadas às sementes convencionais nos níveis: 0,2%, 0,4% e 0,8%, para o evento Bt11 e 0,4%, 0,8% e 1,6%, para o evento MON810. Para a avaliação da sensibilidade da PCR multiplex, sementes transgênicas foram misturadas a sementes convencionais nos níveis de 20%, 10%, 5%, 2% 1% e 0,5%. A amostragem sequencial foi simulada em lotes de sementes de milho com 0,5%, 1% e 4% de contaminação com sementes do milho transgênico. Observou-se que a amostragem sequencial possibilitou a redução do tamanho de amostra em relação ao tamanho de amostra fixa, para lotes de sementes com contaminação acima de 1% de contaminação com OGM. No nível de contaminação de 0,5%, não foi possível tomar nenhuma decisão quanto ao tamanho de amostra. A sensibilidade do teste para a detecção de OGM é fundamental para estimar o tamanho da amostra e, consequentemente, evitar os resultados falso-negativos. Em Itapetininga, SP, foi onde ocorreram as maiores taxas de fecundação cruzada, acima de 10%, até a distância de 50 metros. Observou-se que, em média, 82% da fecundação cruzada ocorreram nos primeiros 30 metros e em todas as localidades foram observados níveis inferiores a 1% de OGM na distância de 100 metros. No teste de tiras, os eventos Bt11 e MON810 não foram detectados nos níveis de 0,4% e 0,8%, como especificado pelo fabricante e pela técnica de PCR multiplex foram observadas especificidade para os diferentes eventos e sensibilidade de 1% para os eventos Bt11 e MON810.
Abstract
Descrição
Tese apresentada à Universidade Federal de Lavras, como parte das exigências do Programa de Pós-Graduação em Agronomia/Fitotecnia, área de concentração em Sementes, para obtenção do título de Doutor.
Área de concentração
Sementes
Linha de pesquisa
Agência de desenvolvimento
Palavra chave
Marca
Objetivo
Procedência
Impacto da pesquisa
Resumen
Palavras-chave
ISBN
DOI
Citação
NASCIMENTO, V. E. Fluxo gênico e métodos de detecção e quantificação de milho geneticamente modificado. 2010. 116 p. Tese (Doutorado em Agronomia/Fitotecnia) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2010.
