Influencia da privação visual sobre a percepção subjetiva de esforço durante a realização de teste de 10 rm para membros inferiores

dc.creatorAndrade, Eric Francelino
dc.creatorRibeiro, Luciana Botelho
dc.creatorValim-Rogatto, Priscila Carneiro
dc.creatorRogatto, Gustavo Puggina
dc.date.accessioned2018-02-21T12:26:58Z
dc.date.available2018-02-21T12:26:58Z
dc.date.issued2012-11
dc.description.resumoA Percepção Subjetiva de Esforço (PSE) é um método utilizado para prescrição e monitoramento de esforço para atividades com diferentes demandas metabólicas. Exercícios resistidos prescritos por zonas de repetições máximas quantificam relativamente a intensidade do esforço desempenhado e podem ou não ser influenciados por privação visual. O objetivo do presente estudo foi verificar a PSE, em diferentes percentuais de carga de 10 repetições máximas (RM) em adultos jovens fisicamente ativos submetidos à atividade com e sem privação visual. Participaram do estudo 14 indivíduos do sexo masculino (idade: 25,0±4,3 anos; massa: 81,5±13,2 Kg), familiarizados com exercícios resistidos e classificados como fisicamente ativos de acordo com Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ). O estudo foi conduzido em três sessões distintas de teste para cada indivíduo, onde estes realizaram 10 movimentos no exercício Leg Press 45°. Inicialmente foi determinada a carga para 10 RM, utilizando-se como parâmetro a Escala de Percepção Subjetiva de Esforço (PSE) de Borg. Na segunda sessão (72 horas após a primeira) foram realizadas, por cada voluntário, quatro séries de 10 repetições com 50%, 75%, 90% e 100% da carga de 10RM, de forma aleatória e com privação visual, avaliando-se a PSE no final de cada série, sem que os avaliados soubessem a carga. Na terceira sessão (após um período mínimo de 48 horas da sessão anterior), cada voluntário realizou quatro séries de 10 repetições com os mesmos percentuais de carga executados na sessão anterior, de forma aleatória, sem privação visual, avaliando-se a PSE no final de cada série. Foram comparadas as PSE das situações com e sem privação visual. A análise estatística foi feita por ANOVA e teste post hoc de Bonferroni com p<0,05. Os valores encontrados para as PSE entre percentuais de carga foram semelhantes entre o grupo com e sem privação visual, tendo sido observada elevação da PSE conforme as cargas relativas a 10RM eram aumentadas. Tais resultados indicam que a privação visual não gera interferência sobre a PSE de homens jovens fisicamente ativos.pt_BR
dc.identifier.citationANDRADE, E. F. et al. Influencia da privação visual sobre a percepção subjetiva de esforço durante a realização de teste de 10 rm para membros inferiores. Lecturas: Educación Física y Deportes, Buenos Aires, año 17, n. 174, nov. 2012.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br/handle/1/28613
dc.identifier.urihttp://www.efdeportes.com/efd174/privacao-visual-a-percepcao-subjetiva-de-esforco.htmpt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.rightsacesso restritopt_BR
dc.sourceLecturas: Educación Física y Deportespt_BR
dc.subjectExercícios resistidospt_BR
dc.subjectCarga máximapt_BR
dc.subjectAdultos jovenspt_BR
dc.subjectEscala Borgpt_BR
dc.titleInfluencia da privação visual sobre a percepção subjetiva de esforço durante a realização de teste de 10 rm para membros inferiorespt_BR
dc.typeArtigopt_BR

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