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A mesmice identitária: a (im)possibilidade de emancipação na política de assistência social

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Resumo

O artigo reflete resultados de duas pesquisas de iniciação científica que tiveram o escopo basilar da teoria psicossocial proposta pelo professor Ciampa, que concebe a identidade enquanto metamorfose humana em busca de emancipação. Esse enfoque teórico metodológico possibilitou um entendimento conceitual crítico sobre aspectos relevantes da política nacional de assistência social e a inserção da psicologia nessa produção. Para o intento foi pesquisada a construção identitária de psicólogos e cidadãos usuários dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), utilizando-se métodos qualitativos com ênfase nas entrevistas de história de vida. Dentre os fragmentos analisados destaca-se a percepção do psicólogo sobre sua identidade profissional (angústias e dificuldades sistêmicas que entravam suas práticas emancipatórias); em relação aos cidadãos usuários, percebe-se a falta de compreensão sobre o ideário da política, o não reconhecimento da psicologia enquanto prática comunitária e o conformismo e a resignação diante das precariedades vividas.

Abstract

The article reflects results of two pieces of scientific initiation research that had the basic scope of the psychosocial theory proposed by professor Ciampa, which conceives identity while human metamorphosis in search for emancipation. This theoretical methodological approach enabled a critical conceptual understanding of relevant aspects of the national policy on social assistance and the insertion of psychology in this production. For this purpose, the identity construction of psychologists and user citizens of the Social Assistance Reference Centers (CRAS) was researched with the use of qualitative methods with emphasis on life story interviews. Among the analyzed fragments, the perception of the psychologist of his/her professional identity (the anguish and systemic problems that hinder his/her emancipatory practices) stands out; as for the user citizens, the observed fragments are lack of comprehension of the policy ideas, the non-recognition of psychology as a community practice, and the conformity and resignation towards the experienced precariousness.

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SOUZA, R. F.; GONÇALVES, A. L. V. A mesmice identitária: a (im)possibilidade de emancipação na política de assistência social. Psicologia & Sociedade, Belo Horizonte, v. 29, p. 1-10, 2017. DOI: 10.1590/1807-0310/2017v29171276.

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