Cooperativismo nos garimpos: potencialidades e limitações a partir de um estudo de caso

dc.creatorBitencourt, Marcelige
dc.creatorAmodeo, Nora Beatriz Presno
dc.creatorValadares, José Horta
dc.date2011-04-04
dc.date.accessioned2015-05-04T13:48:03Z
dc.date.available2015-05-04T13:48:03Z
dc.date.issued2015-05-04
dc.description.abstractThe Constitution of 1988 promotes cooperatives as privileged forms of organizing for the diggers. This paper analyses how diamond diggers from a district of Minas Gerais utilize the cooperative form, having as presupposition that there is an inherent conflict between the cooperative form and the organization of digging activities. This is a case study, for which documents were analyzed and also some of the board members of the cooperative, diamonds diggers members of the coop, local authorities and other relevant informants were interviewed. In this research Contingency Theory and New Institutional Economy are used to explain the genesis of the organization. It is concluded that cooperative organization should not be proposed as a solution for any type of activity. One should take into account the kind of activity and the organizational culture already established by the organization, this time in diamonds digging, which led to an inadequate appropriation, although involuntarily, of a cooperative organizational form.
dc.description.resumoA Constituição de 1988 promoveu a forma cooperativa para organizar os garimpeiros. Neste artigo, analisa-se como os garimpeiros de um município mineiro se apropriaram da forma cooperativa, tendo como consequência um inerente conflito entre a forma de organização da cooperativa e a organização dos garimpos. Trata-se de um estudo de caso, para o qual se fez uma análise dos documentos da cooperativa, além de entrevistas semiestruturadas aplicadas aos dirigentes, aos garimpeiros associados, às autoridades locais e a outros informantes considerados relevantes para analisar o caso. Nessa pesquisa, as teorias da Contingência e da Nova Economia Institucional são utilizadas para explicar a gênese da organização. Conclui-se que a forma cooperativa não deve ser proposta como solução para qualquer tipo de atividade, deve-se levar em consideração a atividade e a cultura organizacional já estabelecida pela organização, desta vez na atividade garimpeira, o que acarretou uma apropriação inadequada, embora involuntária, da forma organizacional cooperativa.
dc.formatapplication/pdf
dc.identifierhttp://revista.dae.ufla.br/index.php/ora/article/view/15
dc.identifier.citationBITENCOURT, M.; AMODEO, N. B. P.; VALADARES, J. H. Cooperativismo nos garimpos: potencialidades e limitações a partir de um estudo de caso. Organizações Rurais e Agroindustriais, Lavras, v. 12, n. 3, p. 399-410, 2010.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br/handle/1/9182
dc.publisherOrganizações Rurais & Agroindustriais
dc.relationhttp://revista.dae.ufla.br/index.php/ora/article/view/15/7
dc.sourceOrganizações Rurais & Agroindustriais; v. 12, n. 3 (2010)
dc.source2238-6890
dc.source1517-3879
dc.subjectOrganização
dc.subjectCooperativa
dc.subjectGarimpeiro
dc.subjectOrganization
dc.subjectCooperation
dc.titleCooperativismo nos garimpos: potencialidades e limitações a partir de um estudo de caso
dc.title.alternativeCooperatives in diamonds’ digging: potentialities and limitations from a case study
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion

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