Crescimento e desenvolvimento de frutos do tomateiro 'Santa Clara' e do seu mutante natural 'Firme'

dc.creatorMoura, Marcia Lima
dc.creatorFogaça, Claudia Martellet
dc.creatorMoura, Marcelo Amaral de
dc.creatorGalvão, Hilton Lopes
dc.creatorFinger, Fernando Luiz
dc.date2004-12-01
dc.date.accessioned2015-04-30T13:33:17Z
dc.date.available2015-04-30T13:33:17Z
dc.date.issued2015-04-30
dc.description.abstractSanta Clara' tomato (Lycopersicon esculentum Mill.) plants showing earlier leaf senescence and yellowish stigma, fruits with pale yellow when immature and red when reach full ripe stage, associated to a lower rate of ripening and firmer than the wild type, were found in Viçosa, MG. The objective of this study was to evaluate the fruit growth and development of the mutant and wild type tomatoes. Mutant fruits showed smaller total fresh weight than wild type throughout development and thinner pericarp after 21 days after flowering. Basal and intermediate mutant plant leaves showed lower chlorophyll levels. 'Santa Clara' fruit took 7 days to reach full red ripe stage, while mutant fruits took 14 days. Furthermore, mutant fruits showed a delay on ethylene evolution during ripening when compared with wild type fruits.
dc.description.resumoNa região produtora de hortaliças de Viçosa, MG, identificaram-se plantas de tomate da cv. Santa Clara (Lycopersicon esculentum Mill.), que apresentam senescência foliar precoce e estigmas amarelados, com frutos de coloração "amarelo-creme" quando imaturos e vermelho quando maduros, de maturação lenta, e mais firmes que o fenótipo normal. Objetivou-se com este trabalho avaliar o crescimento e desenvolvimento dos frutos normais e mutantes. O delineamento experimental foi de blocos casualizados com quatro repetições. Os frutos mutantes apresentaram matéria fresca total e diâmetro transversal e longitudinal menores do que o normal durante todo o seu desenvolvimento. A espessura do pericarpo foi significativamente menor nos frutos mutantes do que nos frutos normais, a partir dos 21 dias após a antese. Folhas medianas e basais de plantas mutantes apresentaram menores teores de clorofila do que o observado em plantas normais. O período de amadurecimento do fruto mutante foi de 14 dias, enquanto dos frutos normais foi de 7 dias, quando ligados à planta-mãe, demonstrando a maior longevidade dos frutos mutantes. Além disso, os frutos mutantes apresentaram atraso na elevação da produção de etileno durante o amadurecimento.
dc.formattext/html
dc.identifierhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-70542004000600009
dc.identifier.citationMOURA, M. L. et al. Crescimento e desenvolvimento de frutos do tomateiro 'Santa Clara' e do seu mutante natural 'Firme'. Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v. 28, n. 6, p. 1284-1290, nov./dez. 2004.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br/handle/1/5979
dc.publisherEditora da Universidade Federal de Lavras
dc.sourceCiência e Agrotecnologia v.28 n.6 2004
dc.subjectLycopersicon esculentum
dc.subjectAmadurecimento do fruto
dc.subjectEtileno
dc.subjectClorofila
dc.subjectCarotenóides
dc.subjectFruit ripening
dc.subjectEthylene
dc.subjectChlorophyll
dc.titleCrescimento e desenvolvimento de frutos do tomateiro 'Santa Clara' e do seu mutante natural 'Firme'
dc.title.alternativeGrowth and development of 'Santa Clara' tomato fruit and its mutant 'Firme'
dc.typejournal article

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