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Tangibilidade e intangibilidade na determinação do desempenho persistente de firmas brasileiras

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Resumo

Preconiza a RBV que os recursos e competências são distribuídos de forma heterogênea entre as firmas, sendo a principal causa da variação observada entre seus desempenhos. Quando esses recursos são raros, valiosos e difíceis de serem imitados e a firma dispõe de estrutura organizacional adequada para explorá-los, eles têm o potencial de promover desempenho acima da média e persistente. O objetivo deste artigo é avaliar se o desempenho persistente das firmas tem alguma relação com a intangibilidade ou tangibilidade dos seus recursos. A amostra foi constituída por empresas brasileiras de capital aberto com ações listadas na Bovespa. A técnica estatística utilizada foi o painel dinâmico com estimativas pelo Método dos Momentos Generalizados. Os resultados mostram que, para as empresas brasileiras analisadas, a intangibilidade dos recursos não se revelou como vantagem competitiva sustentável, pois foi constatado que esses recursos não contribuem para a persistência do desempenho superior das firmas. Por outro lado, a tangibilidade dos recursos contribuiu de forma significativa para a persistência do desempenho superior das firmas de diversos setores da economia.

Abstract

RBV states that resources and capabilities are heterogeneously distributed among firms and are the main drivers of their different performances. When these resources are rare, valuable and difficult to imitate and the firm has a suitable organizational structure for exploiting them, they have the potential to lead the firms to a persistent, above average performance. The aim of this article is to analyze whether the firm’s persistent performance is related to the intangibility or tangibility of their resources. The sample comprises Brazilian public companies listed on the Bovespa Stock Exchange in São Paulo. The statistical technique employed was the dynamic panel data, with estimates obtained by the generalized method of moments. The results show that, in the case of the Brazilian companies under study, the intangibility of resources was not a sustainable competitive advantage because these resources do not persistently contribute to the higher performance of firms. On the other hand, the tangibility of resources played a significant contribution to the persistent performance of firm operating in different industries.

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CARVALHO, F. de M.; KAYO, E. K.; MARTIN, D. M. L. Tangibilidade e intangibilidade na determinação do desempenho persistente de firmas brasileiras. RAC: revista de administração contemporânea, Curitiba, v. 14, n. 5, p. 871-889, set./out. 2010.

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