Solubilization of potassium from alternative rocks by humic and citric acids and coffee husk

dc.creatorPessoa, Rodrigo Souza
dc.creatorSilva, Carlos Alberto
dc.creatorFurtini Neto, Antônio Eduardo
dc.creatorInda, Alberto Vasconcellos
dc.creatorCuri, Nilton
dc.date.accessioned2017-03-21T21:00:01Z
dc.date.available2017-03-21T21:00:01Z
dc.date.issued2015-11
dc.description.abstractBrazil imports most of the potassium that it consumes in agriculture, however, such huge external dependence can be minimized with the use of alternative local K bearing rocks. This experiment was conducted with the objective of evaluating the solubility of nepheline syenite and glauconite as a function of three organic matrices, humic acid, citric acid and coffee husk. Incubation of low grade K rocks and organic matrices were done in laboratory conditions, in a completely randomized design. Each rock was mixed with five different doses of each organic matrix and the potassium solubilized was measured periodically, during 180 days. Regardless of the organic matrix and its dose investigated, nepheline syenite samples released more K than the modified glauconite. Soluble K increased as the incubation time increased and its release was greater as the organic matrix dose increased. There was more soluble K when the coffee husk was mixed with the potassic rocks, in relation to the humic and citric acids.pt_BR
dc.description.resumoO Brasil importa mais de 90% de todo o potássio que consome na agricultura, todavia, essa importação pode ser minimizada com a utilização de fontes alternativas de potássio disponíveis no país. Nesse contexto, conduziu-se um experimento com o objetivo de avaliar a solubilidade das rochas sienito nefelínico e glauconita em função do emprego de três diferentes matrizes orgânicas: ácidos húmico, ácido cítrico e casca de café. O experimento foi realizado em laboratório, sendo adotado o delineamento inteiramente casualizado. Cada rocha foi misturada com cinco doses diferentes de cada matriz orgânica e as avaliações dos teores de K solubilizado foram realizadas, periodicamente, durante 180 dias. O teor de potássio solúvel foi determinado em função do emprego de solução de ácido cítrico a 2% e água, na fase de extração. Independentemente da matriz orgânica e de sua dose, o sienito nefelínico libera mais K que a glauconita. O K solubilizado aumenta com o acréscimo do tempo de incubação e sua liberação é maior, à medida que se eleva a dose da matriz orgânica. Há maior solubilização de K quando a palha de café é misturada às rochas potássicas em relação aos ácidos húmico e cítrico.pt_BR
dc.identifier.citationPESSOA, R. S. et al. Solubilization of potassium from alternative rocks by humic and citric acids and coffee husk. Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v. 39, n. 6, p. 157-166, nov./dez. 2015.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br/handle/1/12485
dc.languageen_USpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Lavraspt_BR
dc.rightsacesso abertopt_BR
dc.sourceCiência e Agrotecnologiapt_BR
dc.subjectPotassium in agriculturept_BR
dc.subjectRocks – Potassiumpt_BR
dc.subjectSoil degradationpt_BR
dc.subjectPotássio na agriculturapt_BR
dc.subjectRochas – Potássiopt_BR
dc.subjectSolos - Degradaçãopt_BR
dc.titleSolubilization of potassium from alternative rocks by humic and citric acids and coffee huskpt_BR
dc.title.alternativeSolubilização de fontes alternativas de potássio pelos ácidos húmico e cítrico e casca de cafépt_BR
dc.typeArtigopt_BR

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