Anticorpos anti-Leishmania infantum e Rickettsia rickettsii em cães do município de Lavras, MG, 2010

dc.creatorMesquita, Cristiane Aparecida Moreira Cristiane
dc.creatorReis, Natália Lisboa
dc.creatorGuimarães, Antônio Marcos
dc.creatorVaraschin, Mary Suzan
dc.creatorNogueira, Clayton Israel
dc.creatorRocha, Christiane Maria Barcellos Magalhães da
dc.date.accessioned2019-10-01T18:30:02Z
dc.date.available2019-10-01T18:30:02Z
dc.date.issued2018
dc.description.resumoOs cães são considerados reservatórios de vários patógenos de interesse na saúde pública, participando na manutenção dos seus ciclos biológicos. Dentre esses, está o protozoário flagelado Leishmania infantum, agente etiológico da leishmaniose visceral americana, grave zoonose, de letalidade elevada, principalmente em crianças e idosos. E Rickettsia rickettsii, bactéria intracelular obrigatória, principal agente etiológico da febre maculosa brasileira, zoonose importante devido a sua alta taxa de letalidade em seres humanos. Assim, a pesquisa de anticorpos desses agentes em cães é de relevante interesse em saúde púbica. O objetivo foi verificar a presença de anticorpos IgG anti-L. infantum e R. rickettsii em cães no município de Lavras-MG. Amostras de soros de 102 cães, coletadas durante campanha antirrábica urbana de 2010, foram submetidas à reação de imunofluorescência indireta (RIFI). Utilizou-se como ponto de corte o título 1:80 para L. infantum e 1:64 para R. rickettsii. Informações sobre a criação dos cães foram obtidas por meio de entrevistas com os tutores. Foi realizado teste qui-quadrado para avaliar a associação entre sorologia (positiva ou negativa) e variáveis independentes (sexo, porte e manejo dos animais). O porte foi classificado segundo a raça. Dos 102 cães, seis (5,9%) e 17 (16,7%) foram soropositivos para L. infantum e R. rickettsii, respectivamente. Entre os cães soropositivos para L. infantum: três eram machos e três fêmeas; um de pequeno, um de grande, dois de médio porte e o restante (sem definição do porte). Quanto ao manejo, quatro eram criados sempre soltos, um sempre preso e um sem informação. Dos animais soropositivos para R. rickettsii, oito eram machos e nove fêmeas. Quanto ao porte, quatro de pequeno, dois de médio, três de grande porte e os demais (oito) sem definição do porte. Quanto ao manejo, 15 cães eram criados sempre soltos. Não foi encontrada diferença significativa (p>0,05) entre status sorológico dos cães e as variáveis estudadas. Apenas dois animais apresentaram coinfecção. Os resultados parciais deste trabalho demonstram que cães de Lavras: 1. já apresentavam anticorpos para L. infantum antes da primeira notificação em 2013; e 2. anticorpos para R. rickettsii, que ainda não teve notificação de casos humanos. Isto demonstra a importância dos cães como sentinela de zoonoses em municípios considerados silenciosos. Estudos mais abrangentes são necessários para determinar a prevalência e investigar outras associações.pt_BR
dc.description.urihttp://prp.ufla.br/ciuflasig/generateResumoPDF.php?id=11495pt_BR
dc.identifier.citationMESQUITA, C. A. M. C. et al. Anticorpos anti-Leishmania infantum e Rickettsia rickettsii em cães do município de Lavras, MG, 2010. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFLA, 31., 2018, Lavras. Anais... Lavras: UFLA, 2018. Não paginado.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br//handle/1/37060
dc.languagept_BRpt_BR
dc.rightsrestrictAccesspt_BR
dc.subjectLeishmania infantumpt_BR
dc.subjectRickettsia rickettsiipt_BR
dc.subjectCãopt_BR
dc.titleAnticorpos anti-Leishmania infantum e Rickettsia rickettsii em cães do município de Lavras, MG, 2010pt_BR
dc.typeTrabalho apresentado em eventopt_BR

Arquivos

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
953 B
Formato:
Item-specific license agreed upon to submission
Descrição: