Caracterização de isolados de Potato virus S (PVS) no Brasil e seu efeito na produção de batata

dc.contributor.advisor1Figueira, Antonia dos Reis
dc.contributor.referee1Machado, José da Cruz
dc.contributor.referee1Souza, Ricardo Magela de
dc.contributor.referee1Pádua, Joaquim Gonçalves de
dc.contributor.referee1Pinto, César Augusto Brasil Pereira
dc.creatorRibeiro, Silvia Regina Rodrigues de Paula
dc.date.accessioned2014-08-22T20:02:51Z
dc.date.available2014-08-22T20:02:51Z
dc.date.issued2014-08-22
dc.date.submitted2007-07-31
dc.description.concentrationFitopatologiapt_BR
dc.description.resumoO Potato virus S (PVS) apesar de ser um dos vírus mais comuns da cultura da batata, não tem sido muito estudado, devido aos sintomas quase imperceptíveis em plantas de batata e aos relatos não significativos de perdas na produção, devido à presença desse vírus na lavoura. O PVS possui duas estirpes diferenciadas pela transmissão: a estirpe comum (PVSO) transmitida pelas sementes e a estirpe andina (PVSA) transmitida pelo vetor Myzus persicae, de modo não-persistente ou estiletar. Para estudar as propriedades biológicas e moleculares dos isolados de PVS, que ocorrem no Brasil, dez isolados foram coletados, sendo oito no Estado de Minas Gerais, um do Estado de São Paulo e um do Estado do Rio Grande do Sul. Esses isolados foram inoculados em dez espécies de plantas, sendo que nove deles tiveram um fragmento genômico de 908 pb, contendo a região da capa protéica (CP), amplificados com um par de primers desenhado para o PVSO, e um deles somente foi amplificado com o primer específico para o PVSA, tendo sido obtido um fragmento de 949pb, também contendo a região CP. Esses fragmentos foram seqüenciados e analisados. Para verificar o efeito de infecções simples e mistas do PVS, com outros vírus da batata, foram produzidos tubérculos infectados nas seguintes combinações: PVS, PVX e PVY; PVS + PVX, PVS + PVY, PVX + PVY e PVS + PVX + PVY (50% de incidência inicial); PLRV, PVS + PLRV, PVS + PLRV + PVX, PVS + PLRV + PVY; PVS + PLRV + PVX + PVY (15 % de incidência inicial). Esses tubérculos foram plantados no campo, sendo o experimento em blocos casualizados, com 40 plantas por parcela e 4 repetições. Foi avaliada a produção comercial, calculando-se a perda de produção em relação à parcela controle sem vírus, e os tubérculos foram classificados quanto o tamanho. Dentre as plantas inoculadas, as plantas de tomate (Lycopersicon esculentum) foram suscetíveis apenas aos isolados SJ-CHI e SJ-CAL, respondendo com anéis arroxeados na face inferior da folha. Todos eles causaram lesões locais cloróticas em plantas de Chenopodium amaranticolor e nove isolados causaram o mesmo tipo de lesões em Chenopodium quinoa. Um deles, o denominado de BB-AND, causou infecção sistêmica em C. quinoa e foi transmitido pelo vetor Myzus persicae para 11% das plantas inoculadas. A análise filogenética mostrou que nove isolados apresentaram maior identidade de nucleotídeos e aminoácidos com os isolados comuns de PVS (PVSO), enquanto que o BB-AND apresentou maior identidade com osisolados Andinos (PVSA). Nas árvores filogenéticas baseadas na seqüência de nucleotídeos e de aminoácidos, os 9 isolados também se agruparam com os isolados comuns e o BB-AND com os isolados Andinos. Apesar da sua proximidade com os isolados Andinos disponíveis no GenBank, provenientes da Inglaterra, República Tcheca e Canadá, o BB-AND apresentou uma distância filogenética significativa desses isolados, indicando que provavelmente ele possui uma outra origem geográfica. Nos experimentos de campo, nas parcelas com 50% de incidência inicial, a menor perda foi de 15,01%, causada por infecção simples com o PVX e a maior foi de 37,03%, causada pela infecção com o PVS+PVX+PVY. Nas parcelas com incidência inicial de 15%, a menor perda foi de 10,99%, causada por infecção simples com o PLRV e a maior foi de 40,92%, causada pela infecção com os quatro vírus juntos. Ficou evidente que, quando o PVS se associou a outros vírus, as perdas e os sintomas foram mais intensos do que os induzidos por cada vírus separadamente.pt_BR
dc.identifier.citationRIBEIRO, S. R. R. de P. Caracterização de isolados de Potato virus S (PVS) no Brasil e seu efeito na produção de batata. 2007. 108 p. Tese (Doutorado em Agronomia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2007.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br/handle/1/3165
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Lavraspt_BR
dc.publisher.collegeEscola de Ciências Agrárias de Lavras ( ESAL)
dc.publisher.countryBRASILpt_BR
dc.publisher.departmentDepartamento de Fitopatologiapt_BR
dc.publisher.programDepartamento de Fitopatologiapt_BR
dc.rightsacesso abertopt_BR
dc.subjectBatatapt_BR
dc.subjectPotato virus Spt_BR
dc.subjectVirosespt_BR
dc.subjectEstirpe andinapt_BR
dc.subjectInfecções mistaspt_BR
dc.subject.cnpqCiências Agráriaspt_BR
dc.titleCaracterização de isolados de Potato virus S (PVS) no Brasil e seu efeito na produção de batatapt_BR
dc.title.alternativeCharacterization of the Potato vírus S (PVS) strains in Brazil and effect on potato tuber yieldpt_BR
dc.typetesept_BR

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