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Contribuições da história da ciência ao debate sobre metodologia qualitativa e quantitativa nos estudos organizacionais e administrativos
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Resumo
Este ensaio discute as contribuições da história da ciência ao debate sobre a metodologia qualitativa e quantitativa nos estudos organizacionais e administrativos. Verificou-se no estudo que as teorias concernentes aos estudos administrativos e organizacionais são falíveis e requerem aperfeiçoamento constante ou substituição. A escola clássica de administração foi questionada e acrescida de novos paradigmas com implicações para os estudos em administração e organizações. Esse campo de estudos tornou-se pluralístico, com conflito entre paradigmas e ciência normal, não sendo diferente as questões concernentes às suas metodologias de pesquisa. A história da ciência provê importantes lições ao mostrar que a revolução científica não foi aceita pacificamente, mas abrigou acirradas discussões e aparentes contradições. A aproximação entre as ciências sociais e naturais permitiu a utilização conjunta de metodologias qualitativas e quantitativas, as quais estão cada vez mais presentes na pesquisa administrativa e organizacional. As potencialidades e limitações de ambas as metodologias não tem sido considerados motivos suficientes para excluir um ou outro método nas práticas de pesquisa e nem mesmo deixar de fazer uso da triangulação de métodos. Estas diferenciações entre as duas metodologias não deve alimentar uma oposição ferrenha entre ciências naturais e sociais e nem estimular a divisão entre as metodologias qualitativa e quantitativa nos estudos em administração e organizações. Ao contrário, deve ser percebido como um curso normal já trilhado por outras áreas do conhecimento mais antigas que também enfrentaram conflitos de natureza epistemológica, filosófica e paradigmática.
Abstract
This essay discusses the contributions of science to the debate about the qualitative and quantitative methodology in the organizational and administrative studies. It was found in the study that the theories concerning the administrative and organizational studies are fallible and demand constant improvement or replacement. The classical school of management was questioned and added of new paradigms with implications to the studies in management and organizations. This study field became pluralistic with conflict between paradigms and normal science, the questions concerning its research methodologies not being different. The history of science presents important lessons in showing that the scientific revolution was not accepted peacefully, but rather housed strained discussions and apparent contradictions. The approach between social and natural sciences made it possible the joint use of qualitative and quantitative methodologies, which are more and more present in the administrative and organizational research. The potentialities and limitations of both the methodologies have not been regarded as motives enough to exclude one or other method in the research practices and not even stop making use of the triangulation of methods. Those differentiations between the two methodologies should not feed a fierce opposition between social and natural sciences and not even stimulate the division between the qualitative and quantitative methodologies in the studies in management and organizations. On the contrary, it must be realized as a normal path already trailed by other more ancient areas of knowledge which also faced conflicts of epistemological, philosophical and paradigmatic nature.
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BENEDICTO, S. C. de et al. Contribuições da história da ciência ao debate sobre metodologia qualitativa e quantitativa nos estudos organizacionais e administrativos. Revista de Administração da UNIMEP, [S.l.], v. 10, n. 2, maio/ago. 2012.
