Artigo
A participação das mulheres olímpicas brasileiras nas modalidades esportivas de aventura ate os jogos de 2012
Carregando...
Notas
Data
Autores
Orientadores
Editores
Coorientadores
Membros de banca
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Olimpianos
Faculdade, Instituto ou Escola
Departamento
Programa de Pós-Graduação
Agência de fomento
Tipo de impacto
Áreas Temáticas da Extenção
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Dados abertos
Resumo
Desde a primeira participação de Maria Lenk em 1932 até as primeiras medalhas com o
ouro e prata do vôlei de praia feminino em 1996, um longo tempo se passou e muitas histórias foram
contadas. Todavia, uma grande lacuna pode ser observada no que se refere as modalidades esportivas
‘de aventura’, e um longo caminho ainda está a ser percorrido para que este espaço seja preenchido e,
quem sabe, coroado com alguma medalha. Os desafios duplos, referentes as dificuldades enfrentadas
tanto pelas questões de gênero quanto pelos preconceitos aos praticantes das modalidades tidas como
‘contracultura’, foram um grande empecilho para o seu desenvolvimento. Contudo, o momento atual,
em que o “esporte de aventura” vem ganhando espaço tanto na mídia como no movimento olímpico,
está fazendo, consequentemente, com que muitas atletas praticantes dessas modalidades começassem
a também ganhar este espaço e principalmente voz através de sua prática. Das 445 mulheres brasileiras
que participaram dos Jogos Olímpicos até a edição de 2012, apenas 25 delas foram em alguma
modalidade esportiva de aventura, sendo estas as de Canoagem Slalon, Ciclismo Mountain Bike e
BMX, Remo, Triathlon e Vela (na prova adaptada de windsurf, a atual RS:X).
Abstract
From Maria Lenk's first participation in 1932 until the first gold and silver medals for women's beach volleyball in 1996, a long time has passed and many stories have been told. However, a great gap can be observed with regard to the 'adventure' sports modalities, and a long way is still to be taken so that this space can be filled and, who knows, crowned with a medal. The double challenges, referring to the difficulties faced both by gender issues and by prejudices against practitioners of the modalities considered as 'counterculture', were a great obstacle to their development. However, the current moment, when the 'adventure sport' has been gaining space both in the media and in the Olympic movement, is consequently causing many athletes practicing these modalities to start gaining this space as well, and especially voice through their practice. Of the 445 Brazilian women who participated in the Olympic Games up to the 2012 edition, only 25 of them were in any adventure sport, these being Slalon Canoeing, Mountain Bike and BMX Cycling, Rowing, Triathlon and Sailing (in the adapted windsurfing event , the current RS: X).
Descrição
Área de concentração
Agência de desenvolvimento
Palavra chave
Marca
Objetivo
Procedência
Impacto da pesquisa
Resumen
Palavras-chave
ISBN
DOI
Citação
MACHADO, R. P. T. A participação das mulheres olímpicas brasileiras nas modalidades esportivas de aventura ate os jogos de 2012. Olimpianos - Journal of Olympic Studies, [S. l.], v. 5, 2021. DOI: 10.30937/2526-6314.v5.id115.
Link externo
Avaliação
Revisão
Suplementado Por
Referenciado Por
Licença Creative Commons
Exceto quando indicado de outra forma, a licença deste item é descrita como Attribution 4.0 International

