dissertação
Digestibilidade intestinal in vitro da proteína de co-produtos da indústria do biodiesel.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
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Resumo
With the objective of minimizing the costs with animal feed, agro-industrial residues or alternative ingredients has been used. The experiment was conducted in two steps in order to determine the chemical composition and protein intestinal digestibility of some biodiesel by-products, as meals and cakes. It was evaluated nine by-products: cakes and meals of physic nut, turnip, lupine, cotton cake, 38% cottonseed meal and 45% soybean meal. It was used a 4x2 factorial scheme in a totally randomized design (TRD) with three replicates and an additional treatment (soybean meal) to evaluate the methodology that was used. The by-products were incubated in the rumen of two cannulated Jersey cows for 16 hours. The rumen undegradable residues were submitted to enzymatic digestion with pepsin solution for 1 hour and after this in the pancreatin solution for 3 hours, both incubated at 37oC, and the amount of sample used in the procedure was equivalent to 8 mg of N for the determination of intestinal digestibility (ID). In the incubation residues it was also determined: dry matter degradability (RD), rumen degradable protein (RDP) and rumen undegradable protein (RUP). The intestinal protein digestibility of biodiesel by-products ranged from 2,41 to 48,62%, and this values were lower than that obtained in soybean meal, that present 81,35%. Among the by-product evaluated, the cottonseed meal and cake presented the highest crude protein intestinal digestibility, 48,62 and 48,02, respectively, and the lowest values were found in physic net cake (10,18%) and meal (2,41%).The protein intestinal digestibility of biodiesel by-products was higher in the cakes when it were compared with the meals, showing that the excess of oil content in the cakes didn´t affect the digestibility. All the by-products evaluated in this study were characterized to be high protein sources and it were considered high-RDP. The by-products presented low intestinal protein digestibility. The protein intestinal digestibility of biodiesel co-products was higher in the cakes than the meals. The by-products evaluated, the cottonseed cake and meal presented the highest intestinal digestibility coefficients.
Com o propósito de minimizar os gastos com a alimentação animal, tem-se buscado a utilização de resíduos agroindustriais ou alimentos alternativos, que na maioria das vezes não são sempre aproveitados como alimentos para animais. O experimento foi realizado em duas etapas com o objetivo de determinar a composição químico-bromatológica e a digestibilidade intestinal da proteína de vários co-produtos do biodiesel nas formas de farelo e torta. Foram avaliados nove co-produtos: tortas e farelos de pinhão manso, nabo forrageiro, tremoço, torta de algodão, farelo de algodão 38% e o farelo de soja 45%. Foi utilizado um esquema fatorial 4x2 com um delineamento inteiramente casualisado (DIC) com três repetições mais um tratamento adicional (farelo de soja) para avaliar a confiabilidade da metodologia utilizada. Os co-produtos foram incubados no rúmen de duas vacas canuladas por 16 horas. Os resíduos não degradados no rúmen foram submetidos à digestão enzimática com solução de pepsina durante 1 hora e, posteriormente, em solução de pancreatina por 3 horas, ambas incubadas a 37 ºC, com a quantidade de amostra utilizada no procedimento equivalente a 8 mg de N para a determinação da digestibilidade intestinal (DI). Ainda nos resíduos da incubação ruminal, foram determinadas: degradabilidade da matéria seca (DR), proteína degradável no rúmen (PDR) e proteína não degradável no rúmen (PNDR). A digestibilidade intestinal da proteína para os co-produtos do biodiesel variou de 2,41 a 48,62 %, sendo esses valores abaixo dos encontrados para o farelo de soja que foi de 81,35 %. Todos os co-produtos avaliados se caracterizaram por serem alimentos de alto teor protéico, sendo considerados de alta PDR. Os co-produtos apresentaram baixa digestibilidade intestinal da proteína. A digestibilidade intestinal da proteína dos co-produtos do biodiesel nas formas de torta e farelo foi maior para as tortas em comparação aos farelos. Dos co-produtos avaliados, a torta e o farelo de algodão apresentaram os maiores coeficientes de digestibilidade intestinal.
Com o propósito de minimizar os gastos com a alimentação animal, tem-se buscado a utilização de resíduos agroindustriais ou alimentos alternativos, que na maioria das vezes não são sempre aproveitados como alimentos para animais. O experimento foi realizado em duas etapas com o objetivo de determinar a composição químico-bromatológica e a digestibilidade intestinal da proteína de vários co-produtos do biodiesel nas formas de farelo e torta. Foram avaliados nove co-produtos: tortas e farelos de pinhão manso, nabo forrageiro, tremoço, torta de algodão, farelo de algodão 38% e o farelo de soja 45%. Foi utilizado um esquema fatorial 4x2 com um delineamento inteiramente casualisado (DIC) com três repetições mais um tratamento adicional (farelo de soja) para avaliar a confiabilidade da metodologia utilizada. Os co-produtos foram incubados no rúmen de duas vacas canuladas por 16 horas. Os resíduos não degradados no rúmen foram submetidos à digestão enzimática com solução de pepsina durante 1 hora e, posteriormente, em solução de pancreatina por 3 horas, ambas incubadas a 37 ºC, com a quantidade de amostra utilizada no procedimento equivalente a 8 mg de N para a determinação da digestibilidade intestinal (DI). Ainda nos resíduos da incubação ruminal, foram determinadas: degradabilidade da matéria seca (DR), proteína degradável no rúmen (PDR) e proteína não degradável no rúmen (PNDR). A digestibilidade intestinal da proteína para os co-produtos do biodiesel variou de 2,41 a 48,62 %, sendo esses valores abaixo dos encontrados para o farelo de soja que foi de 81,35 %. Todos os co-produtos avaliados se caracterizaram por serem alimentos de alto teor protéico, sendo considerados de alta PDR. Os co-produtos apresentaram baixa digestibilidade intestinal da proteína. A digestibilidade intestinal da proteína dos co-produtos do biodiesel nas formas de torta e farelo foi maior para as tortas em comparação aos farelos. Dos co-produtos avaliados, a torta e o farelo de algodão apresentaram os maiores coeficientes de digestibilidade intestinal.
Abstract
Descrição
Área de concentração
Nutrição de Ruminantes
Agência de desenvolvimento
Palavra chave
Marca
Objetivo
Procedência
Impacto da pesquisa
Resumen
ISBN
DOI
Citação
COUTO, G. S. Digestibilidade intestinal in vitro da proteína de co-produtos da indústria do biodiesel. 2009. 62 p. Dissertação (Mestrado em Zootecnia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2009.
