Digestibilidade intestinal in vitro da proteína de coprodutos da indústria do biodiesel

dc.creatorCouto, G. S.
dc.creatorSilva Filho, J. C.
dc.creatorCorrêa, A. D.
dc.creatorSilva, E. A.
dc.creatorPardo, R. M. P.
dc.creatorEsteves, C.
dc.date.accessioned2017-03-23T13:38:59Z
dc.date.available2017-03-23T13:38:59Z
dc.date.issued2012-10
dc.description.abstractThe objective of this research was to determine intestinal protein digestibility (ID) of some biodiesel byproducts in the form of cakes and the meals. Eight by-products were: cakes and meals of physic nut, turnip, lupine, cotton cake, cottonseed meal. The by-products were incubated in the rumen for 16 hours, were the undegradable rumen residues were submitted to enzymatic digestion with pepsin and pancreatin solution for the determination of ID. In the incubation residues the following was also determined: dry matter degradability (RD), rumen degradable protein (RDP) and rumen undegradable protein (RUP). The intestinal protein digestibility of biodiesel by-products ranged from 2.4 to 48.6%. All the by-products evaluated in this study were characterized as high protein sources and were considered high-RDP. The by-products presented low intestinal protein digestibility. The ID protein of biodiesel by-products was higher in the cakes than the meals. The by-products evaluated, the cottonseed cake and meal presented the highest ID coefficients.pt_BR
dc.description.resumoDeterminou-se a digestibilidade intestinal (DI) da proteína de vários coprodutos do biodiesel nas formas de farelo e torta. Foram avaliados oito coprodutos: tortas e farelos de pinhão manso, nabo forrageiro, tremoço, algodão. Os coprodutos foram incubados no rúmen por 16 horas, e os resíduos não degradados no rúmen submetidos à digestão enzimática com solução de pepsina e pancreatina para a determinação da DI. Ainda, nos resíduos da incubação ruminal, foram determinadas: degradabilidade da matéria seca (DR), proteína degradável no rúmen (PDR) e proteína não degradável no rúmen (PNDR). A digestibilidade intestinal da proteína para os coprodutos do biodiesel variou de 2,4 a 48,6%. Todos os coprodutos avaliados caracterizaram-se como alimentos de alto teor proteico, sendo considerados de alta PDR, e apresentaram baixa digestibilidade intestinal da proteína. A DI da proteína dos coprodutos do biodiesel na forma de torta foi maior em comparação com a dos farelos. A torta e o farelo de algodão apresentaram os maiores coeficientes de DI.pt_BR
dc.identifier.citationCOUTO, G. S. et al. Digestibilidade intestinal in vitro da proteína de coprodutos da indústria do biodiesel. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, Belo Horizonte, v. 64, n. 5, p. 1216-1222, out. 2012.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br/handle/1/12518
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Geraispt_BR
dc.rightsacesso abertopt_BR
dc.sourceArquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecniapt_BR
dc.subjectRúmenpt_BR
dc.subjectOleaginosaspt_BR
dc.subjectProteína degradávelpt_BR
dc.subjectProteína digestívelpt_BR
dc.subjectProteína não degradávelpt_BR
dc.subjectDegradable proteinpt_BR
dc.subjectDigestible proteinpt_BR
dc.subjectUndegradable proteinpt_BR
dc.titleDigestibilidade intestinal in vitro da proteína de coprodutos da indústria do biodieselpt_BR
dc.title.alternativeIntestinal protein digestibility of by-products from biodiesel industrypt_BR
dc.typeArtigopt_BR

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