Artigo

Libertas quae sera tamen: a memória desdobrada da infância mineira em Menino antigo, de Carlos Drummond de Andrade

Carregando...
Imagem de Miniatura

Notas

Data

Orientadores

Editores

Coorientadores

Membros de banca

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Federal de Viçosa

Faculdade, Instituto ou Escola

Departamento

Programa de Pós-Graduação

Agência de fomento

Tipo de impacto

Áreas Temáticas da Extenção

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Dados abertos

Resumo

Neste artigo, pretendemos refletir acerca dos desdobramentos das memórias da infância mineira que constituem a obra Menino Antigo (1973), de Drummond. Para tanto, trabalharemos com a ideia de um “sujeito lírico fora de si” (COLLOT, 2004) – que se distancia da concepção defendida pela tradição da lírica moderna (FRIEDRICH, 1978) –, discutindo uma reconfiguração da categoria do sujeito lírico na pós-modernidade. Nesse sentido, investigaremos a “liberdade, ainda que tardia” do eu cartesiano que, pela poesia contemporânea, consegue expandir-se e reconhecer-se nos outros e como um outro, isto é, como um sujeito atravessado por identidades múltiplas. Assim, temos as rememorações do eu lírico drummondiano dando existência ao mundo de Minas no século XX (CANDIDO, 2000) e também um mundo mineiro cantado por um poeta aberto à alteridade, o que problematiza a concepção tradicional de “mineiridade”. Nesse viés, analisaremos poemas da obra Menino Antigo para percebermos a representação da(s) infância(s) mineira(s) nessa lírica. Ademais, discutiremos as memórias plurais de uma Minas também plural, pois que enunciada por um poeta multíplice, que retoma o seu passado e o de seu grupo social no presente da enunciação poética, reelaborando-o e fazendo-o ecoar pela voz de um eu que já é um outro.

Abstract

Descrição

Área de concentração

Agência de desenvolvimento

Palavra chave

Marca

Objetivo

Procedência

Impacto da pesquisa

Resumen

ISBN

DOI

Citação

CARMO, M. C. do; PORTOLOMEOS, A. Libertas quae sera tamen: a memória desdobrada da infância mineira em Menino antigo, de Carlos Drummond de Andrade. Gláuks - Revista de Letras e Artes, Viçosa, MG, v. 22, n. 3, p. 115-139, 2022.

Link externo

Avaliação

Revisão

Suplementado Por

Referenciado Por

Licença Creative Commons

Exceto quando indicado de outra forma, a licença deste item é descrita como Attribution 4.0 International