Degradação oxidativa do óleo de amêndoa de jeriva durante o armazenamento

dc.contributor.authorCerqueira, Gabriel Henrique Canestri
dc.contributor.authorNunes, Cleiton Antônio
dc.contributor.authorMagalhães, Kassiana Teixeira
dc.contributor.authorTanikawa, Douglas Hideki
dc.creatorCerqueira, Gabriel Henrique Canestri
dc.creatorNunes, Cleiton Antônio
dc.creatorMagalhães, Kassiana Teixeira
dc.creatorTanikawa, Douglas Hideki
dc.date.accessioned2019-10-08T11:20:38Z
dc.date.available2019-10-08T11:20:38Z
dc.date.issued2018
dc.description.resumoO Brasil possui uma grande diversidade de fontes de óleos vegetais que podem fornecer óleos ou gorduras comestíveis. Entretanto essa divresidade ainda pode ser considerada pouco aproveitada. Neste cenário encontra-se o jerivá (Syagrus romanzoffiana), uma palmeira muito comum em praças e jardins, que produz frutos com alto teor de lipídios com características potenciais para gerarem ingredientes lipídicos diferenciados para elaboração de alimentos. No presente trabalho parâmetros físico-químicos relacionados à estabilidade oxidativa do óleo da amêndoa do jerivá foram avaliados durante o seu armazenamento. Os frutos do jerivá foram coletados no estágio maduro. Os frutos foram quebrados em uma prensa hidráulica e as amêndoas separadas com uma espátula. O óleo das amêndoas foi extraído em prensa contínua tipo Expeller e armazenado em frasco âmbar ao abrigo da luz em temperatura ambiente. O óleo foi analisado a cada 30 dias durante 5 meses (150 dias) quanto ao índice de peróxido e índice de p-anisidina. Foi verificado um aumento no índice de peróxidos ao longo do armazenamento, o qual passou de cerca de 4 meqO2/kg após 60 dias para mais de 20 meqO2/kg após 90 dias de armazenamento. Os hidroperóxidos são formados nos estágios primários da oxidação lipídica e o seu brusco aumento pode estar relacionado ao início do segundo estágio da oxidação, o qual dá origem a compostos responsáveis pelos aromas desagradáveis do ranço. Isso corroborou o aumento considerável observado para o índice de p-anisidina, o qual está relacionado ao teor de aldeídos insaturados formados a partir da degradação dos hidroperóxidos no segundo estágio da oxidação. Foi observado ainda que o índice de p-anisidina continuou aumentando até o final do tempo de avaliação (150 dias), indicando o avanço do processo oxidativo. Concluiu-se que o óleo de amêndoa de jerivá sofreu oxidação considerável após 90 dias de armazenamento nas condições experimentais. Após este tempo o óleo apresentou índice de peróxidos acima do limite estabelecido pela legislação para óleos vegetais comestíveis.pt_BR
dc.description.urihttp://prp.ufla.br/ciuflasig/generateResumoPDF.php?id=12392pt_BR
dc.identifier.citationCERQUEIRA, G. H. C. et al. Degradação oxidativa do óleo de amêndoa de jeriva durante o armazenamento. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFLA, 31., 2018, Lavras. Anais... Lavras: UFLA, 2018. Não paginado.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br/handle/1/37098
dc.languagept_BRpt_BR
dc.rightsrestrictAccesspt_BR
dc.subjectOxidaçãopt_BR
dc.subjectÓleospt_BR
dc.subjectGorduraspt_BR
dc.titleDegradação oxidativa do óleo de amêndoa de jeriva durante o armazenamentopt_BR
dc.typeTrabalho apresentado em eventopt_BR

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