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Contar para que e contar para quem: dialogo e arquitetônica na leitura, literatura e formação de professores

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Oobjetivo deste artigo é discutir aspectos da natureza do processo de contar histórias e estabelecer relações com a leitura, literatura e a formação de professores da Educação Básica. Partimos do referencial teórico-epistemológico do Círculo de Bakhtin, para o qual as noções centrais são a de diálogo e alteridade. Nesse âmbito, procuramos situar a contação de histórias dentro do contexto enunciativo: há que se contar em função de uma necessidade interacional com o outro e para esse outro. O conceito bakhtiniano de arquitetônica permite abordar as nuances dessa relação intersubjetiva: no circuito de produção, circulação e recepção de sentidos, há, também um movimento de posições representadas subjetivamente: a do próprio sujeito (eu-para-mim), a do interlocutor (outro-para-mim) e a projeção de como o outro estaria representando o sujeito falante/contante.A literatura pode ser vista constituindo-se como um ato em que os sujeitos se posicionam como testemunhas desse jogo de gestos e projetos de sentido. O papeldo professor é se pensar no interior dessa arquitetônica é duplo: sujeito participante desse circuito de produção/circulação/recepção de sentidos e mediador, como quem convida os alunos a dialogarem com ele, com eles mesmos e com o mundo.

Abstract

The aim of this text is to discuss aspects of storytelling ́s nature and to establish relations with reading, literature and teachers education at BasicEducation level in Brazil. We start this discussion from Bakhtin ́s Circle theorethical bias, to whom the main notions are dialogue and alterity. Thus we intend to put out storytelling within enunciative contexto. Bakhtinian concept of architectonics allows to face several aspects of this intersubjective relation: in the production, circulation and reception circuit of meaning there is, also, a movement of positions representing subjectivally: the person itself (I-for-myself), the other (the-other-for-me) and the projection of how the other would be building a representation of the person who speaks/who tells (I-for-the-other). Literature can be seen as a act in which the people take their places like witnesses of this play of gestures and meaning plannings.Teacher ́s role is, therefore, to see itself within this architectonics as a double perspective: at one time, as a partaker of this production, circulation and reception circuit of meaning and, at another hand, as a mediator, inviting their students to take part with the teacher, with themselves and with the world.

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VILLARTA-NEDER, M. A. Contar para que e contar para quem: dialogo e arquitetônica na leitura, literatura e formação de professores. Devir Educação, Lavras, v. 2, n. 1, p. 55-67, jan./jun. 2018.

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