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Relação entre a temperatura e o molhamento foliar no monocíclo da Sigatoka-negra
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Resumo
A influência da temperatura (21, 24, 27 e 30 °C) e da duração do tempo de molhamento foliar (0, 12, 24, 48 e 72 horas) na penetração do agente causal da Sigatoka-negra (Mycosphaerella fijiensis) foi quantificada em ambiente controlado. A área abaixo da curva do progresso da doença (AACPD) e a incidência foram influenciadas pela temperatura e pela duração do tempo de molhamento foliar. Foram constatadas diferenças significativas (P=0,05) nos valores da AACPD para as diferentes temperaturas, bem como verificada a interação significativa (P=0,05) entre temperaturas e o molhamento foliar. Em todas as temperaturas foi possível a observação de sintomas, entretanto, a maior AACPD foi observada em folhas inoculadas que permaneceram na temperatura de 24 e 27°C, a partir de 48 horas de molhamento foliar. Nas temperaturas de 21ºC e 30°C a incidência de Sigatoka-negra foi menor. O período de molhamento foliar mínimo para o progresso da doença foi de 24 horas. Não foram observados sintomas de Sigatoka-negra em folhas inoculados com o molhamento foliar de 0 hora e 12 horas em todas as temperaturas. As folhas assintomáticas, após 5 dias em câmara úmida apresentavam sintomas característicos de Sigatoka-negra, demonstrando que os conídios inoculados nas folhas permaneceram viáveis por um período na ausência de água livre na folha.
Abstract
The influence of temperature (21, 24, 27 and 30 °C) and leaf wetness duration (0, 12, 24, 48 and 72 hours) on the penetration of the causal agent of Black Sigatoka (Mycosphaerella fijiensis) was quantified under controlled environment. The area under disease progress curve (AUDPC) and the incidence were influenced by temperature and leaf wetness duration. There were significant differences (P=0.05) in AUDPC for the different temperatures, as well as a significant interaction (P=0.05) between temperatures and leaf wetness. Symptoms were observed at all temperatures; however, higher AUDPC was observed for inoculated leaves kept at 24 and 27°C, from 48 hours of leaf wetness. At temperatures of 21°C and 30°C, the incidence of Black Sigatoka was low. The minimum leaf wetness duration for the disease progress was 24 hours. Symptoms of Black Sigatoka were not observed for inoculated leaves with 0 and 12-hour leaf wetness at all temperatures. After 5 days in humid chamber, all asymptomatic leaves presented symptoms characteristic of Black Sigatoka, demonstrating that the conidia inoculated in the leaves kept viable for a certain period in the absence of free water on the leaf.
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UCHÔA, C. do N. et al. Relação entre a temperatura e o molhamento foliar no monocíclo da Sigatoka-negra. Summa Phytopathologica, Botucatu, v. 38, n. 2, p. 144-147, abr./jun. 2012.
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