Maturidade relativa de cultivares comerciais de soja

dc.creatorBorges, Rafael Henrique
dc.creatorBruzi, Adriano Teodoro
dc.creatorSilva, Karina Barroso
dc.creatorLopes, Rodrigo Augusto Fernandes
dc.creatorPeloso, Otávio Augusto Figueiredo
dc.creatorSilva, Eric Vinicius Vieira
dc.date.accessioned2019-08-17T13:02:19Z
dc.date.available2019-08-17T13:02:19Z
dc.date.issued2018
dc.description.resumoO aumento da área cultivada e da produtividade da soja no Brasil deve-se à incorporação de novas tecnologias de produção nos últimos anos. Dentre estas está a utilização de cultivares com o grupo de maturação específico para as regiões de cultivo. Nos últimos anos a região Sul de Minas Gerais vem aumentando, gradativamente, o cultivo de soja, porém, esta região não esta contemplada nas macrorregiões sojículas do país. Assim, há necessidade de se realizar experimentos para obtenção de cultivares adaptadas, estáveis, com elevada produtividade e com grupo de maturidade (GM) definido para este região. Nesse âmbito, objetivou- se estimar um modelo de regressão visando à determinação da maturidade relativa para as cultivares de soja utilizadas na região Sul de Minas Gerais. O experimento foi conduzido no Centro de Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Agropecuária da Universidade Federal de LavrasFazenda Muquém, na safra 2016/17. Foram avaliadas 22 cultivares comerciais de soja. O experimento foi conduzido em delineamento de blocos casualisados completos (DBC) com duas repetições. Cada parcela foi constituída por quatro linhas de cinco metros de comprimento com espaçamento entre linhas de 0,50 cm. Os caracteres avaliados foram: produtividade de grãos (sacas/ha-1), acamamento (escala 1-5), altura de plantas (cm), inserção do 1° legume (cm), dias para o florescimento (dias) e maturação absoluta (dias). Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância com o auxílio do software R Development Core Team (2016), e as médias obtidas foram agrupadas pelo teste de Scott & Knott (1974) a 5% de probabilidade. A regressão das médias para a maturação foi realizada com o auxílio do pacote estatístico Genes (CRUZ, 2013). Para obter-se grande amplitude de variação. A cultivar M6410 IPRO apresentou menor desempenho com 40,0 sacas. Por outro lado a cultivar SYN 1359 destacou com a melhor produtividade ( 78,18 sacas/há ). Os grupos de maturação estimados variaram de 5.2 a 6.7. Obteve-se bom ajuste do modelo de regressão para estimativa de G.M. (R2 = 89,06%). O ajuste do modelo de regressão para a região Sul de Minas Gerais permite estimar o G.M. com elevada acurácia.pt_BR
dc.description.urihttp://prp.ufla.br/ciuflasig/generateResumoPDF.php?id=9570pt_BR
dc.identifier.citationBORGES, R. H. et al. Maturidade relativa de cultivares comerciais de soja. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFLA, 31., 2018, Lavras. Anais... Lavras: UFLA, 2018. Não paginado.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br/handle/1/36327
dc.languagept_BRpt_BR
dc.rightsrestrictAccesspt_BR
dc.subjectGlicyne maxpt_BR
dc.subjectSoja - Produçãopt_BR
dc.titleMaturidade relativa de cultivares comerciais de sojapt_BR
dc.typeTrabalho apresentado em eventopt_BR

Arquivos

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
953 B
Formato:
Item-specific license agreed upon to submission
Descrição: