Produção dos taros 'Chinês' e 'Macaquinho' em função de diferentes doses de uréia
| dc.creator | Zárate,Néstor A. Heredia | |
| dc.creator | Vieira,Maria do Carmo | |
| dc.creator | Bratti,Rafael | |
| dc.date | 2004-06-01 | |
| dc.date.accessioned | 2015-04-30T13:33:06Z | |
| dc.date.available | 2015-04-30T13:33:06Z | |
| dc.date.issued | 2015-04-30 | |
| dc.description | Conduziu-se este trabalho com o objetivo de avaliar a produção e a receita de dois clones de taro cultivados sob diferentes doses de uréia no solo. O trabalho foi desenvolvido em área do Horto de Plantas Medicinais, do Núcleo Experimental de Ciências Agrárias, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, em Dourados-MS, no período de 5-9-2002 a 25-4-2003. Foram avaliados os clones de taro Macaquinho e Chinês, sob incorporação ao solo de 0, 60, 120, 180 e 240 kg ha-1 de uréia (45% de N). Os tratamentos foram arranjados como fatorial 2 x 5, no delineamento experimental de blocos casualizados, com três repetições. O plantio foi com rizomas-filho inteiros, sob população de 73.260 plantas ha-1. A colheita das plantas do 'Macaquinho' foi efetuada aos 189 dias após o plantio, e as do 'Chinês', aos 232 dias, quando mais de 70% da parte aérea das plantas apresentavam sintomas de senescência. As plantas do taro 'Macaquinho' produziram 41,89 t ha-1 de rizomas totais e 10,49 t ha-1 de rizomas-mãe-RM, o que correspondeu, respectivamente, a 3,06 (7,88%) e 3,15 t ha-1 (42,92%) a mais do que do 'Chinês', e com ciclo vegetativo de 43 dias a menos. As maiores produções de massa fresca de rizomas-filho-RF comerciais foram com a adição ao solo de 240 (31,77 t ha-1) e 180 (19,90 t ha-1) kg ha-1 de uréia. A produção de massa seca de rizomas totais foi dependente da interação clones e adubação com uréia, e as doses influenciaram significativamente na produção das plantas do 'Macaquinho' (máximo de 13,10 t ha-1 e mínimo de 6,30 t ha-1, para a incorporação de 240 e 120 kg ha-1 de uréia, respectivamente). A produção de massa seca de RM foi maior no 'Macaquinho' (2,26 t ha-1) e menor no 'Chinês' (1,95 t ha-1). A massa seca dos RF comerciais dependeu significativamente das doses de uréia, sendo maior com a incorporação de 240 kg ha-1 de uréia (7,05 t ha-1) e menor com 60 kg ha-1 de uréia (3,91 t ha-1). As maiores receitas e lucros calculados foram para o uso de 240 kg ha-1 de uréia, nos dois clones. O uso das menores doses de uréia foi economicamente negativo para as plantas do 'Macaquinho', inclusive em relação à não-adição de uréia. | |
| dc.format | text/html | |
| dc.identifier | http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-70542004000300010 | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufla.br/handle/1/5890 | |
| dc.publisher | Editora da Universidade Federal de Lavras | |
| dc.source | Ciência e Agrotecnologia v.28 n.3 2004 | |
| dc.subject | Colocasia esculenta | |
| dc.subject | Araceae | |
| dc.subject | clones | |
| dc.subject | adubações | |
| dc.subject | produtividade | |
| dc.subject | lucro | |
| dc.title | Produção dos taros 'Chinês' e 'Macaquinho' em função de diferentes doses de uréia | |
| dc.type | journal article |
