Avaliação de progênies de soja quanto a resistência a Sclerotinia sclerotiorum

dc.creatorFraiz, Rafael Lima Silva
dc.creatorBruzi, Adriano Teodoro
dc.creatorBarrios, Luiza Faleiro
dc.creatorLima, Jessica Gentil
dc.creatorLemos, Roxane do Carmo
dc.creatorCosta, Julia Carvalho
dc.date.accessioned2019-08-07T12:39:46Z
dc.date.available2019-08-07T12:39:46Z
dc.date.issued2018
dc.description.resumoO presente estudo foi realizado com objetivo de se avaliar o potencial de populações segregantes, para obtenção de progênies de soja resistentes à Sclerotinia sclerotiorum, agente causal do mofo branco. Os experimentos foram conduzidos no DBI/UFLA e em área experimental, na fazenda do Centro de Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Agropecuária – Fazenda Muquém, Lavras- MG e no Centro de Transferência de Tecnologia da UFLA - Fazenda Palmital no município de Ijaci, MG. Foram utilizadas seis populações provenientes dos cruzamentos entre quatro cultivares de soja: Emgopa 316, Conquista, Vencedora e Garantia. Sementes de 149 progênies F2:3 mais 20 testemunhas (dez com maior nível de resistência e dez suscetíveis), foram avaliadas na safra 2017/2018 em latice simples 13 x 13 e parcela de 1 linha de 2 metros. As progênies foram avaliadas quanto à resistência à S. sclerotiorum pelo do método da folha destacada. Quando as plantas atingiram o estádio V2, os trifólios foram coletados e levados ao laboratório para montagem do ensaio. Cada trifólio foi colocado em caixas gerbox contendo folha de papel toalha umedecidas em água destilada. Antes da inoculação, os trifólios foram borrifados com água. Cada folíolo do trifólio recebeu um disco de micélio de 6 mm, com cinco dias de idade, do isolado UFLA 24. As caixas contendo os trifólios foram incubadas à temperatura de 20 ± 2ºC e fotoperíodo de 12 horas, durante 72 horas. As avaliações foram realizadas 72 horas após a inoculação, utilizando escala diagramática. Em laboratório o experimento foi conduzido no delineamento inteiramente casualizados (DIC), sendo que cada folíolo do trifólio constituiu uma repetição. Os dados foram submetidos à análises de variância, individual e conjunta. Foram estimados a herdabilidade e o ganho esperado com a seleção dos 10% das progênies que apresentaram menores notas para agressividade da doença. Por meio da análise de variância, foi possível observar diferenças significativas para progênies. Isto indica que houve variabilidade quanto à reação a S. sclerotiorum. As correlações classificatórias foram de alta magnitude, sendo que mais de 97% das progênies obtiveram a mesma classificação na comparação entre os locais e na média dos locais constatando que não houve interação das progênies e locais.pt_BR
dc.description.urihttp://prp.ufla.br/ciuflasig/generateResumoPDF.php?id=11566pt_BR
dc.identifier.citationFRAIZ, R. L. S. et al. Avaliação de progênies de soja quanto a resistência a Sclerotinia sclerotiorum. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFLA, 31., 2018, Lavras. Anais... Lavras: UFLA, 2018. Não paginado.pt_BR
dc.identifier.urihttp://prp.ufla.br/ciuflasig/generateResumoPDF.php?id=11566
dc.identifier.uriAvaliação de progênies de soja quanto a resistência a Sclerotinia sclerotiorum
dc.languagept_BRpt_BR
dc.rightsrestrictAccesspt_BR
dc.subjectGlycine maxpt_BR
dc.subjectMofo brancopt_BR
dc.subjectMelhoramento genéticopt_BR
dc.titleAvaliação de progênies de soja quanto a resistência a Sclerotinia sclerotiorumpt_BR
dc.typeTrabalho apresentado em eventopt_BR

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