Qualidade de luz no cultivo in vitro de Dendranthema grandiflorum cv. Rage: características morfofisiológicas

dc.creatorBraga,Francyane Tavares
dc.creatorPasqual,Moacir
dc.creatorCastro,Evaristo Mauro de
dc.creatorDignart,Samantha Léa
dc.creatorBiagiotti,Gabriel
dc.creatorPorto,Jorge Marcelo Padovani
dc.date2009-04-01
dc.date.accessioned2015-04-30T13:35:09Z
dc.date.available2015-04-30T13:35:09Z
dc.date.issued2015-04-30
dc.descriptionNa micropropagação a manutenção das salas de crescimento torna a técnica onerosa, aumentando assim, a necessidade de conduzir estudos envolvendo a manipulação e o controle das condições de cultivo para otimizar o crescimento in vitro. A qualidade de luz pode alterar a morfogênese das plantas por meio de uma série de processos mediados por receptores, que absorvem a luz na região do vermelho e azul do espectro, sendo, portanto, uma maneira viável de aumentar a qualidade das mudas micropropagadas. Objetivou-se com o presente trabalho avaliar o efeito da qualidade de luz, na morfofisiologia de crisântemo [Dendranthema grandiflorum (Ramat.) Kitam] micropropagadas. Os explantes constituíram-se de segmentos nodais cultivados in vitro contendo uma gema. Foi utilizado o meio MS acrescido de 15g.L-1 de sacarose e as condições de incubação foram: (SC) sala de crescimento, sendo este o tratamento controle; (CV) casa-de-vegetação luz natural e casa-de-vegetação com sombrite 50% nas cores: preto, vermelho e azul. A avaliação foi efetuada 60 dias após a implantação do ensaio. Para número de folhas, SC mostrou-se a forma mais efetiva de incubação, com maior número médio de folhas. O mesmo ocorreu com número de raízes, brotações e comprimento médio de raízes. Para comprimento de parte aérea, SC e CV com proteção de sombrite: azul, preto e vermelho foram mais eficientes. Quanto aos aspectos anatômicos, para densidade estomática o maior número de estômatos/mm² foi observado em CV sem sombrite e CV com sombrite vermelho. Para diâmetros polar e equatorial dos estômatos, CV sem sombrite, seguidos de CV azul, vermelho, apresentaram maiores diâmetros. Com os resultados apresentados, é possível recomendar a utilização de luz natural no cultivo in vitro de crisântemo, porém não é recomendado a manipulação da qualidade espectral.
dc.formattext/html
dc.identifierhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-70542009000200022
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br/handle/1/6927
dc.publisherEditora da Universidade Federal de Lavras
dc.sourceCiência e Agrotecnologia v.33 n.2 2009
dc.subjectMicropropagação
dc.subjectluz natural
dc.subjectqualidade espectral e crisântemo
dc.subjectDendranthema grandiflorum
dc.titleQualidade de luz no cultivo in vitro de Dendranthema grandiflorum cv. Rage: características morfofisiológicas
dc.typejournal article

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