dissertação
Avaliação da relação do vínculo materno infantil com alimentação responsiva durante a introdução alimentar
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Arquivo retido a pedido da autoria, até julho de 2027.
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Universidade Federal de Lavras
Faculdade, Instituto ou Escola
Faculdade de Ciências da Saúde (FCS)
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Programa de Pós-Graduação
Programa de pósGraduação em Nutrição e Saúde
Agência de fomento
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Tipo de impacto
Sociais
Áreas Temáticas da Extenção
Saúde
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
ODS 2: Fome zero e agricultura sustentável
ODS 3: Saúde e bem-estar
ODS 12: Consumo e produção responsáveis
ODS 3: Saúde e bem-estar
ODS 12: Consumo e produção responsáveis
Dados abertos
Resumo
Os primeiros mil dias se configuram como um período crucial para a saúde infantil. Estudos mostram a importância de avaliar práticas e comportamentos maternos na alimentação dos filhos. A alimentação responsiva é caracterizada por uma relação recíproca e respeitosa entre cuidador-bebê, relacionado a diversos desfechos positivos na saúde infantil. Diversos fatores podem contribuir para a adoção dessa prática, destacando-se uma relação afetiva forte, como vínculo saudável e apego seguro, além de fatores maternos como idade materna, amamentação, trabalhar fora do domicílio e planejamento da gravidez. O vínculo materno-infantil representa o laço afetivo e emocional existente entre mãe e bebê, sendo classificado por saudável, uma relação positiva e forte, e desordenado, uma relação nociva. Sendo assim, o presente estudo objetivou avaliar a relação entre vínculo materno-infantil e alimentação responsiva durante a introdução alimentar. Trata-se de um estudo transversal, quantitativo e observacional, realizado na Universidade Federal de Lavras, Minas Gerais, derivado do projeto “Apego e Alimentação Responsiva na 1ª infância: Avaliação da Relação com Amamentação e Introdução Alimentar (AAMAR)”. Foram incluídas mães maiores de 18 anos com crianças de 0-12 meses residentes em Lavras. Aplicou-se questionário via Google Forms® para coleta dados sociodemográficos, Instrumento de Avaliação do Vínculo Afetivo Mãe-Bebê no Pós-Parto (PBQ) e Infant Feeding Style Questionnaire, versão brasileira (IFSQ-Br). A pontuação do IFSQ-Br foi estratifica em tercis, sendo as mães contidas no 3º tercil consideradas com maior alimentação responsiva. A análise estatística foi realizada pelo Stata® versão 13.0, sendo aplicado o teste chi-quadrado e regressões logísticas multinominais para identificar fatores associados à responsividade materna. Os resultados apontam que mães com vínculo desordenado apresentaram 6,16 vezes mais chances de estarem no 1º tercil de AR em comparação às do 3º tercil (RRR=6,16; IC95%: 1,39-27,7; p= 0,017). Sendo assim, o vínculo desordenado está negativamente associado com a alimentação responsiva em mães de crianças em fase de introdução alimentar.
Abstract
The first thousand days are considered a crucial period for child health. Studies highlight the importance of evaluating maternal practices and behaviors in child feeding. Responsive feeding is characterized by a reciprocal and respectful caregiver–infant relationship, and is associated with several positive child health outcomes. Various factors may contribute to the adoption of this practice, with emphasis on a strong affective relationship, such as a healthy bond and secure attachment, as well as maternal factors including maternal age, breastfeeding, working outside the home, and pregnancy planning. The mother–infant bond represents the affective and emotional tie between mother and infant, and is classified as healthy, a positive and strong relationship, or disordered, a harmful relationship. Thus, the present study aimed to evaluate the relationship between the mother–infant bond and responsive feeding during the introduction of complementary feeding. This is a cross-sectional, quantitative, and observational study conducted at the Federal University of Lavras, Minas Gerais, derived from the project “Attachment and Responsive Feeding in Early Childhood: Evaluation of the Relationship with Breastfeeding and Complementary Feeding (AAMAR).” Mothers aged over 18 years with children aged 0–12 months residing in Lavras were included. A questionnaire was administered via Google Forms® to collect sociodemographic data, the Postpartum Bonding Questionnaire (PBQ), and the Infant Feeding Style Questionnaire, Brazilian version (IFSQ-Br). The IFSQ-Br score was stratified into tertiles, mothers in the 3rd tertile was considered as having higher responsive feeding. Statistical analysis was performed using Stata® version 13.0, applying the chi-square test and multinomial logistic regressions to identify factors associated with maternal responsiveness. The results indicate that mothers with a disordered bond had 6.16 times higher odds of being in the 1st tertile of responsive feeding compared to those in the 3rd tertile (RRR = 6.16; 95% CI: 1.39–27.7; p = 0.017). Therefore, a disordered bond is negatively associated with responsive feeding among mothers of children in the complementary feeding phase.
Descrição
Área de concentração
Nutrição
Agência de desenvolvimento
Palavra chave
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Impacto da pesquisa
Resumen
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Citação
MENDONÇA, Giovana Oliveira. Avaliação da relação do vínculo materno infantil com alimentação responsiva durante a introdução alimentar. 2026. 81 p. Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2026.
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