Como a vida se refaz: os caminhos da reterritorialização de atingidos pela Barragem de Irapé do Alto Jequitinhonha

dc.contributor.advisor1Ribeiro, Áureo Eduardo Magalhães
dc.contributor.referee1Mafra, Flavia Luciana Naves
dc.contributor.referee1Brito, Mozar José de
dc.contributor.referee1Comerfor, John Cunha
dc.contributor.referee1Souza, João Valdir Alves de
dc.creatorPereira, Viviane Guimarães
dc.date.accessioned2013-05-27T17:08:50Z
dc.date.available2013-05-27T17:08:50Z
dc.date.copyright2012
dc.date.issued2012
dc.date.submitted2012-12-18
dc.descriptionTese apresentada à Universidade Federal de Lavras, como parte das exigências do Programa de Pós Graduação em Administração, área de concentração em Gestão Social, Ambiente e Desenvolvimento, para a obtenção do título de Doutor.pt_BR
dc.description.abstractThe objective of this thesis is to understand the ways of adaptation created by the farmers from Alto Jequitinhonha who had their lands affected by Irapé hydroelectric and were compulsorily relocated to new areas through resettlements. The survey was conducted in six settlements - three that remained in the Jequitinhonha Valley region and three located outside the source region, in the São Francisco and Rio Doce Valleys. It sought to understand how the compulsory resettlement of affected families involved in new building relations in these new spaces, as diverse of old territory in which they lived and that was decisive for the definition of the conditions of material production and social reproduction, the effort was in order to understand the changes in the social organization, economic and cultural life of these groups. It is concluded that these groups created strategies to resist impinged changes and to maintain their farmers condition in that recreated new production systems according to the land type that came to occupy, based on a knowledge built for generations and rebuilt in change.
dc.description.concentrationGestão Social, Ambiente e Desenvolvimentopt_BR
dc.description.resumoO objetivo desta tese é compreender as formas de adaptação criadas por agricultores do Alto Jequitinhonha que tiveram suas terras atingidas pela Usina Hidrelétrica de Irapé e foram compulsoriamente realocados para novas áreas, através de reassentamentos. A pesquisa foi realizada em seis reassentamentos – três que permaneceram na região do Vale do Jequitinhonha e três localizados fora da região de origem, nos Vales do São Francisco e do Rio Doce. Procurou-se compreender como o reassentamento compulsório das famílias atingidas implicou na construção de novas relações nesses novos espaços, tão diversos do antigo território em que viviam e que era determinante para a definição de suas condições de produção material e reprodução social; o esforço foi no sentido de compreender as mudanças na organização social, econômica e cultural destes grupos. Conclui-se que estes grupos criaram estratégias para resistir às mudanças impingidas e para manter sua condição de agricultores na medida em que recriaram novos sistemas de produção de acordo com o tipo de terras que passaram a ocupar, baseado num conhecimento construído por gerações e reconstruído na mudança.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.identifier.citationPEREIRA, V. G. Como a vida se refaz: os caminhos da reterritorialização de atingidos pela Barragem de Irapé do Alto Jequitinhonha. 2012. 240 p. Tese (Doutorado em Administração) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2012.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br/handle/1/609
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Lavraspt_BR
dc.publisher.countryBRASILpt_BR
dc.publisher.initialsUFLApt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Administraçãopt_BR
dc.subjectAlto Jequitinhonhapt_BR
dc.subjectSociologia ruralpt_BR
dc.subjectTerritorialidade humanapt_BR
dc.subjectTrabalhadores ruraispt_BR
dc.subjectSociologia ruralpt_BR
dc.subjectHuman territorialitypt_BR
dc.subjectAgricultural laborerspt_BR
dc.subject.cnpqAdministraçãopt_BR
dc.titleComo a vida se refaz: os caminhos da reterritorialização de atingidos pela Barragem de Irapé do Alto Jequitinhonhapt_BR

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