Propagação de estacas apicais de figueira: diferentes ambientes, ácido indolbutríco e tipo de estaca

dc.creatorPio,Rafael
dc.creatorRamos,José Darlan
dc.creatorChalfun,Nilton Nagib Jorge
dc.creatorGontijo,Tiago Chaltein Almeida
dc.creatorMendonça,Vander
dc.creatorCarrijo,Edney Paulo
dc.creatorChagas,Edvan Alves
dc.date2006-10-01
dc.date.accessioned2015-04-30T13:33:55Z
dc.date.available2015-04-30T13:33:55Z
dc.date.issued2015-04-30
dc.descriptionObjetivou-se com o presente trabalho verificar a influência de diferentes ambientes, da gema apical e do ácido indolbutírico no enraizamento de estacas apicais de figueira. Foram coletadas estacas lenhosas apicais de figueira em agosto, padronizadas com 20 cm de comprimento e sem folhas. Os tratamentos constituíram-se de estacas com ou sem a gema apical, imersas ou não em solução de AIB a 2000 mg.L-1 por 10 segundos e dois diferentes ambientes de propagação (casa-de-vegetação, com temperatura em torno de 27±2°C e 85% UR; telado, constituído por sombrite a 50% de luminosidade e regas manuais diárias). As estacas foram acondicionadas em recipientes plásticos (10 x 20 cm, capacidade de 650 cm³), preenchido com substrato terra e areia 2:1 v/v. Após 60 dias foram avaliados a porcentagem de estacas enraizadas e brotadas, número de folhas, brotos, raízes emitidas da estaca e comprimento médio das brotações. Concluiu-se que a casa-de-vegetação representa o ambiente ideal de propagação para estacas apicais de figueira; deve ser mantida a gema apical nas estacas; não há necessidade da utilização de AIB.
dc.formattext/html
dc.identifierhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-70542006000500030
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br/handle/1/6295
dc.publisherEditora da Universidade Federal de Lavras
dc.sourceCiência e Agrotecnologia v.30 n.5 2006
dc.subjectFicus carica L.
dc.subjectestaquia e enraizamento
dc.titlePropagação de estacas apicais de figueira: diferentes ambientes, ácido indolbutríco e tipo de estaca
dc.typejournal article

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