Alface tipo romana cultivada com adubação de nitrogênio de liberação lenta

dc.contributor.advisor1Souza, Rovilson José de
dc.contributor.referee1Alvarenga, Ângelo Albérico
dc.contributor.referee1Melo, Paulo Cesar de
dc.creatorLopes, Vauvenargues
dc.date.accessioned2013-04-24T14:43:06Z
dc.date.available2013-04-24T14:43:06Z
dc.date.copyright2012
dc.date.issued2012
dc.date.submitted2012-02-28
dc.descriptionDissertação apresentada à Universidade Federal de Lavras, como parte das exigências do Programa de Pós-Graduação em Agronomia/Fitotecnia, área de concentração Produção Vegetal, para obtenção do título de Mestre.pt_BR
dc.description.abstractLettuce (Lactuca sativa L.) of the family Asteraceae is the leafy vegetable most consumed in Brazil. Cultivars produced commercially, such as: crisp, smooth, American, and more recently, Romaine have been produced for the supply of niche markets seeking minimally processed vegetables and ready for consumption. This is a culture very demanding in nutrients and, in particular, nitrogen which presents challenges to the supply. Thus, this work aimed at studying the behavior of Romaine lettuce cultivars at different doses of slow- release nitrogen (SRN), and to evaluate the residual effect of the SRN. Two experiments were conducted from October 2010 to February 2011, in a factorial scheme (7x4) with 7 cultivars of Romaine and four doses of SRN (100, 200, 300 and 400 L ha-1). In the first experiment, we observed a linear effect for total fresh production and trade. The same can be observed for the residual effect of SRN in the second experiment, since the increase in the number of inner leaves does not follow the same trend.
dc.description.concentrationFitotecniapt_BR
dc.description.resumoA alface (Lactuca sativa L.) da família das Asteráceas é a hortaliça folhosa mais consumida no Brasil, sendo as cultivares produzidas, comercialmente, do tipo: crespa, lisa, americana e mais recentemente a romana que vem sendo produzida para o abastecimento de nichos de mercados que buscam vegetais minimamente processados e prontos ao consumo. Trata-se de uma cultura bastante exigente em nutrientes e, em especial, o nitrogênio que apresenta seus desafios no fornecimento. Assim este trabalho teve como objetivo estudar o comportamento de cultivares de alface romana em diferentes doses de adubação nitrogenada de liberação lenta(NLL), bem como avaliar o efeito residual do NLL. Foram conduzidos 2 experimentos, de outubro de 2010 a fevereiro de 2011, em esquema fatorial (7x4), com 7 cultivares de alface romana e 4 doses de NLL (100, 200, 300 e 400 L ha-1). No primeiro experimento, observou-se efeito linear para produção de massa fresca total e comercial, o mesmo pode ser observado para o efeito residual do NLL no segundo experimento, já o aumento no número de folhas internas não seguiu a mesma tendência.pt_BR
dc.identifier.citationLOPES, V. Alface tipo romana cultivada com adubação de nitrogênio de liberação lenta. 2012. 51 p. Dissertação (Mestrado em Fitotecnia) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2012.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br/handle/1/458
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Lavraspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFLApt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Agronomia/Fitotecniapt_BR
dc.subjectLactuca sativa varpt_BR
dc.subjectLongifoliapt_BR
dc.subject.cnpqCiências Agráriaspt_BR
dc.titleAlface tipo romana cultivada com adubação de nitrogênio de liberação lentapt_BR
dc.typetese

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