dissertação
Valores energéticos do milho e do farelo de soja para aves de diferentes categorias zootécnicas
Carregando...
Notas
Data
Autores
Orientadores
Editores
Coorientadores
Membros de banca
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Federal de Lavras
Faculdade, Instituto ou Escola
Departamento
Departamento de Zootecnia
Programa de Pós-Graduação
Programa Pós-Graduação em Zootecnia
Agência de fomento
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Tipo de impacto
Áreas Temáticas da Extenção
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Dados abertos
Resumo
O adequado fornecimento de energia dietética é determinante para que
se alcance o máximo desempenho zootécnico das aves. Para que isso seja
possível, é necessário o conhecimento preciso dos valores de energia dos
alimentos. Porém, a grande maioria dos estudos realizados para determinar os
valores de energia dos alimentos são realizados com frangos de corte e,
posteriormente, esses valores são extrapolados para as demais categorias e
espécies de aves. Portanto, este trabalho foi realizado com o objetivo de
determinar os valores de energia metabolizável do milho e do farelo de soja para
diferentes categorias e espécies de aves. Foram utilizadas um total de 450 aves
de diferentes categorias, sendo 36 galos adultos Leghorn, com 36 semanas de
idade; 72 frangas Isa Brown, com 13 semanas de idade; 72 galinhas em postura
Isa Brown, com 25 semanas de idade; 180 codornas japonesas (Coturnix
japônica) em crescimento, com 21 dias de idade; 90 pintos machos em
crescimento Coob 500®, com 21 dias de idade. O delineamento experimental
foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 5 x 2 + 1, sendo composto por
cinco categorias/espécies (galos, pintos, galinhas, frangas e codornas) e dois
alimentos teste (milho e farelo de soja), com 6 repetições cada. Os alimentos
teste substituírama ração referência em 40% e 30%, respectivamente para o
milho e o farelo de soja. Foi determinado o coeficiente de metabolizabilidade da
matéria seca (CMMS), coeficiente de metabolizabilidade da energia bruta
(CMEB), energia metabolizável aparente (EMA) e energia metabolizável
aparente corrigida para balanço de nitrogênio igual a zero (EMAn). Os dados
foram submetidos à análise de variância e, significativos, quando comparados
pelo teste de Scott-Knot a 5% de significância. Houve interação das diferentes
categorias/espécies e os alimentos teste para o CMMS, sendo que para o milho
maior CMMS foi encontrado para frangas, enquanto para o farelo de soja maior
CMMS foi encontrado para pintos. Não houve interação das categorias/espécies
e alimentos testes para o CMEB, desta forma o CMEB do milho foi superior ao
do farelo de soja e maiores CMEB foram encontrados para galos, frangas e
codornas. Houve interação significativa entre categorias/espécies e alimentos
teste para EMA e EMAn. Para o milho maiores EMA e EMAn foram
encontrados para galos, frangas e codornas. Já para o farelo de soja maiores
valores de EMA foram determinados com pintos, galos e codornas e, maiores
valores de EMAn foram encontrados para codornas. Conclui-se que são
necessários mais estudos para se determinar os valores de energia dos alimentos
especificamente para as diferentes espécies e categorias de aves.
Abstract
Providing the appropriate amount of dietary energy is determining to
achieve maximum zootechnical performance. To make this possible, the
knowledge of the accurate feed energy values is necessary. However, the
majority of the studies conducted to determine feed energy levels are conducted
with broiler chickens and, posteriorly, these values are extrapolated to other
categories and species of birds. This work was conducted with the objective of
determining the values of metabolizable energy of maize and soybean meal for
different categories and species of birds. We used a total of 450 birds of
different categories, being 36 adult Leghorn cocks, with 36 weeks of age; 72 Isa
Brown pullets, with 13 weeks of age; 72 Isa Brown laying hens, with 25 weeks
of age; 180 Japanese quails (Coturnix japonica) in growth, with 21 days of age;
90 male Coon 500® chicks in growth, with 21 days of age. The experimental
design was completely randomized, in 5 x 2 + 1 factorial scheme, comprised of
five categories/species (cocks, chicks, hens, pullets and quails) and two test
feeds (maize and soybean meal), with 6 replicates each. The test feeds
substituted the standard feed in 40% and 30%, respectively, for maize and
soybean meal. We determined the dry matter coefficient of metabolizability
(DMCM), crude energy coefficient of metabolizability (CECM), apparent
metabolizable energy (AME) and the corrected apparent metabolizable energy
for nitrogen balance equal to zero (AMEn). The data were submitted to variance
analysis and, when significant, compared by the Scott-Knott test at 5% of
significance. There was interaction between the different categories/species and
the test feeds for DMCM, with higher DMCM occurring, for maize, in pullets,
while, for soybean meal, the highest DMCM was occurred for chicks. There was
no interaction between categories/species and test feeds for CECM. The highest
values of CECM for maize were superior to those found for soybean meal, and
the highest values of CECM occurred for cocks, pullets and quails. There was
significant interaction between categories/species and test feeds for AME and
AMEn. For maize, the highest values of AME and AMEn were found for cocks,
pullets and quails. For soybean meal, the highest values of AME were
determined for chicks, cocks and quails and the highest values of AMEn were
found for quails. We concluded that more studies are necessary to determine
feed energy values, especially for different species and categories of birds.
Descrição
Área de concentração
Agência de desenvolvimento
Palavra chave
Marca
Objetivo
Procedência
Impacto da pesquisa
Resumen
Palavras-chave
ISBN
DOI
Citação
OLIVEIRA, E. C. de. Valores energéticos do milho e do farelo de soja para aves de diferentes categorias zootécnicas. 2015. 42 p. Dissertação (Mestrado em Zootecnia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2015.
