A (des)construção estética de jardim zoológico, de Wilson Bueno: uma poética de sintomas e tensões

dc.contributor.advisorBarbosa, Rodrigo Garcia
dc.contributor.refereeAssis, Roberta Guimarães Franco Faria de
dc.contributor.refereeCosta, Alexandre Rodrigues da
dc.creatorLopes, Carlos Henrique Inácio
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7744712107165761
dc.creator.orcidhttps://orcid.org/0009-0006-0143-1998
dc.date.accessioned2026-07-08T14:05:57Z
dc.date.issued2026-03-30
dc.description.abstractThis reseach seeks to examine the manner in which Jardim Zoológico (1999), by Wilson Bueno, critically rearticulates the tradition of Medieval and Renaissance bestiaries, with the objective of apprehending the extent to which such cultural production is informed by what Georges DidiHuberman (2013) conceptualizes as symptom, by constituting itself through a complex of tensions and dialogues, convergences and disparities; in short, a network of relationships that connects it to the Western zoopoetic and zooliterary tradition, while simultaneously situating it in a territory of philosophical, ontological, and aesthetic reconfigurations, which reflect discussions on the representation of non-human beings in contemporary times. This research is grounded in hypotheses formulated through the dialogical reflection between the selected corpus, the aesthetic-philosophical concepts examined, among which we emphasize the deviranimal (Deleuze and Guattari, 1995), the devir-escrita (Deleuze and Guattari, 2002) and the Bataille’s notion of informe (2018), and the bibliographic body associated with the Western zooliterary tradition, adopting a qualitative, bibliographic, and exploratory approach. Based on the analyzed aspects, it is possible to observe that Bueno’s work unfolds through a paradoxical dynamic, insofar as it establishes disjunctive relations across distinct levels and instances, while nonetheless materializing an aesthetic project that enables alternative modes of representing non-human beings and animality, as well as other ways of producing meanings and knowledge about both.
dc.description.areastematicasdaextensaoComunicação
dc.description.areastematicasdaextensaoCultura
dc.description.areastematicasdaextensaoEducação
dc.description.concentrationLiteratura: Objetos Culturais e Produção de Sentidos
dc.description.notesArquivo retido a pedido da autoria, até julho de 2027.
dc.description.odsODS 4: Educação de qualidade
dc.description.odsODS 15: Vida terrestre
dc.description.researchLineLíngua, Cultura e Sociedade
dc.description.resumoO presente trabalho busca analisar de que modo o animalário Jardim Zoológico (1999) de Wilson Bueno reescreve criticamente a tradição dos bestiários Medievais e Renascentistas, buscando compreender em que medida essa produção cultural é atravessada pelo que Georges Didi-Huberman (2013) designa como um sintoma, ao constituir-se por um complexo de tensões e diálogos, convergências e disparidades, em suma, uma rede de relações que a conectam com a tradição zoopoética e zooliterária ocidental, ao mesmo tempo em que situam-na em um território de reordenamentos filosóficos, ontológicos e estéticos, os quais refletem as discussões sobre a representação dos seres não humanos na contemporaneidade. Essa pesquisa parte de hipóteses construídas com base na reflexão dialógica entre o corpus elencado, os conceitos estético-filosóficos estudados, dentre os quais ressaltamos o devir-animal e o devir-escrita de Deleuze e Guattari (1997, 1995), o informe de Bataille (2018), e o montante bibliográfico atrelado à tradição zooliterária ocidental, adotando uma abordagem qualitativa, bibliográfica e exploratória. A partir dos aspectos analisados, foi possível observar que a obra de Bueno se desenvolve a partir de uma dinâmica paradoxal, pois estabelece relações disjuntivas em diferentes níveis e instâncias, sem deixar de concretizar um projeto estético que possibilita outros modos de representação dos seres não humanos e da animalidade, e outros modos de produção sentidos e saberes sobre ambos.
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
dc.description.tipodeimpactoCulturais
dc.identifier.citationLOPES, Carlos Henrique Inácio. A (des)construção estética de jardim zoológico, de Wilson Bueno: uma poética de sintomas e tensões. 2026. 133 p. Dissertação (Mestrado em Letras) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2026.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br/handle/1/60992
dc.language.isopt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Lavras
dc.publisher.collegeFaculdade de Filosofia, Ciências Humanas, Educação e Letras (FAELCH)
dc.publisher.countrybrasil
dc.publisher.initialsUFLA
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Letras
dc.relation.ispartofJardim Zoológico: circularidades entre tradição europeia e contexto latino-americano link: Jardim Zoológico | Escritas do Tempo
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/
dc.subjectZooliteratura contemporânea
dc.subjectBestiários
dc.subjectAnimalários
dc.subjectWilson Bueno
dc.subjectContemporary zooliterature
dc.subjectBestiary
dc.subjectAnimalarium
dc.subject.cnpqLinguística
dc.subject.cnpqLetras e Artes
dc.titleA (des)construção estética de jardim zoológico, de Wilson Bueno: uma poética de sintomas e tensões
dc.title.alternativeThe aesthetic (de)construction of jardim zoológico, by Wilson Bueno: a syntoms and tensionings poetic
dc.typedissertação

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