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Classificação dos planos de governo brasileiros a partir das fases do desenvolvimento de um processo de administração estratégica.

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Resumo

Diante de uma análise histórica da política brasileira percebe-se que o planejamento foi introduzido como uma ferramenta de desenvolvimento da gestão a partir de 1939. A contar desse período surgem os planos nacionais, estaduais e municipais, porém os primeiros planos não dispunham de instrumentos ou ferramentas que fossem capazes de auxiliar a gestão. Constatou-se que, estes planos eram mais associados à capacidade e influência política para resolução das questões apresentadas à época. Então se notou que, a estratégia utilizada era de um caráter meramente político, pouco técnico e sem respaldo científico e metodológico. Neste sentido com base na interpretação acerca da administração estratégica e suas características segundo cada cenário de planejamento, objetivou-se com o presente trabalho classificar os planos do governo brasileiro de acordo com as fases de desenvolvimento do processo de administração estratégica segundo o modelo de Certo e Peter (2005). Para isso, adotou-se uma abordagem de estudo qualitativa e em termos metodológicos realizou-se uma pesquisa bibliográfica e documental. Dessa forma identificaram-se as características de cada plano elaborado a partir de 1930, levando em consideração as abordagens técnicas utilizadas a fim de compreender a evolução dos instrumentos da administração estratégica perante as ações adotadas em cada plano. Verificou-se então que, os primeiros ensaios de planejamento eram voltados ao orçamento, sendo que suas projeções eram adequadas a este. Observou-se também que, muitos tinham como meta o crescimento e desenvolvimento nacional apontando para um planejamento baseado em previsão, porém suas estratégias para alcance de crescimento desencadeavam futuramente uma instabilidade econômica devido à alta na inflação e aumento da dívida pública. Tal consequência implicava na criação de novos planos voltados a estabilização econômica, assim repetia-se o planejamento financeiro/orçamentário. Somente a partir dos anos 90 com estabilidade da moeda e retomada do crescimento, procedente do Plano Real, foi possível elaborar planos com vertentes voltadas a administração estratégica e ao planejamento orientado externamente, como foi o caso da maioria dos Planos Plurianuais (PPAs) e dos Planos de Aceleração do Crescimento (PACs). Contudo, foi possível considerar a importância da administração estratégica incorporada ao planejamento, com a possibilidade de traçar objetivos flexíveis à conjuntura governamental. Sendo factível associar a elaboração de suas ações, junto aos atores envolvidos direta e indiretamente, a saber, governo e sociedade, não apenas visando o desenvolvimento, mas com foco nos valores sociais e na competitividade dos produtos nacionais.

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SOUZA, Juliana Cristina de. Classificação dos planos de governo brasileiros a partir das fases do desenvolvimento de um processo de administração estratégica. 2018. 54 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração Pública) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2018.

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