Vascularização da bolsa cloacal em Gallus gallus domesticus (Linhagem Master Gris Cou Plumé)

dc.creatorRosa, Matheus Camargos de Britto
dc.creatorGuimarães, Gregório Corrêa
dc.creatorNarciso, Thiago Pasqua
dc.creatorBastos, Patrícia Miranda
dc.creatorNascimento, Lilian Gonçalves do
dc.creatorSantana, Marcelo Ismar Silva
dc.creatorLima, Eduardo Mauricio Mendes de
dc.date.accessioned2019-11-05T19:02:02Z
dc.date.accessioned2023-06-27T19:57:48Z
dc.date.available2019-11-05T19:02:02Z
dc.date.available2023-06-27T19:57:48Z
dc.date.issued2014
dc.description.resumoEstudou-se a vascularização da bolsa cloacal em aves dalinhagem Master Gris Cou Plumé, quanto a sua origem, número e distribuição dos vasos. Procedeu-se a dissecação dos vasos por meio de duas incisões paramedianas na base do pigóstilo, em 20 exemplares de seis semanas de idade após fixação em solução aquosa de formol a 10%. Anteriormente à fixação, a artéria isquiádica direita foi canulada para perfusão do sistema arterial com solução aquosa a 50% de Neoprene Látex “450”, corado com pigmento vermelho. A bolsa cloacal foi irrigada pelas artérias: bursocloacal direita, presente em 19 exemplares (95%) apresentando de um a cinco ramos arteriais; bursocloacal esquerda, presente em todos os casos (100%), apresentando de um a cinco ramos arteriais; cloacal direita, observada em 13 aves (65%), exibindo de um a quatro ramos arteriais; cloacal esquerda, presente em 13 aves (65%), emitindo de dois a três ramos arteriais; e ilíacas internas direita e esquerda, observadas uma única vez (5%), que enviaram dois ramos arteriais. Quanto à distribuição, pode-se afirmar que os quadrantes caudais da bolsa cloacal, de ambos antímeros, foram os que mais receberam ramos arteriais, sendo que o esquerdo recebeu ramos da A. bursocloacal, A. cloacal e A. ilíaca interna em 19 casos (95%), 13 (65%) e um (5%), respectivamente. Os quadrantes craniais direito e esquerdo foram irrigados por ramos da A. bursocloacal em cinco (25%) e quatro casos (20%), respectivamente. Foram observadas grandes variações no aporte sanguíneo da bolsa cloacal da linhagem estudada em relação às demais da espécie Gallus gallus domesticus, concluindo-se que estas diferenças podem estar associadas à maior ou menor funcionalidade do órgão, ou mesmo das características morfofuncionais da linhagem empregada. Estatisticamente não foram observadas diferenças em relação às artérias responsáveis pelo suprimento sanguíneo, quando considerado o antímero e o número de ramos arteriais enviados à bolsa cloacal.pt_BR
dc.identifier.citationROSA, M. C. de B. et al. Vascularização da bolsa cloacal em Gallus gallus domesticus (Linhagem Master Gris Cou Plumé). Bioscience Journal, Uberlândia, v. 30, n. 2, p. 484-490, mar./abr. 2014.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br//handle/1/57935
dc.identifier.urihttp://www.seer.ufu.br/index.php/biosciencejournal/article/view/15032pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsrestrictAccesspt_BR
dc.sourceUberlândiapt_BR
dc.subjectGallus gallus domesticus - Bolsa cloacalpt_BR
dc.subjectGallus gallus domesticuspt_BR
dc.titleVascularização da bolsa cloacal em Gallus gallus domesticus (Linhagem Master Gris Cou Plumé)pt_BR
dc.title.alternativeVascularization of the cloacal bursa in Gallus gallus domesticus(Master Gris Cou Plumé Lineage)pt_BR
dc.typeArtigopt_BR

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