Frequência de anticorpos anti-Rickettsia rickettsii em cães de área urbana ou rural de Lavras, Minas Gerais

dc.creatorMesquita, Cristiane Aparecida Moreira
dc.creatorBraz, Mirian Silvia
dc.creatorGuimarães, Antônio Marcos
dc.creatorVaraschin, Mary Suzan
dc.creatorNogueira, Clayton Israel
dc.creatorRocha, Christiane Maria Barcellos Magalhães da
dc.date.accessioned2019-10-07T18:33:00Z
dc.date.available2019-10-07T18:33:00Z
dc.date.issued2018
dc.description.resumoA Febre Maculosa Brasileira (FMB) é uma doença de importância pela alta letalidade, que chega a 40% em humanos não tratados. É causada por bactérias do gênero Rickettsia que ocasionam infecções brandas ou letais. A. Rickettsia rickettsii é a espécie mais patogênica para o homem, capaz também de infectar animais domésticos ou silvestres. Pesquisas de anticorpos anti-Rickettsia em cães é relevante devido à alta susceptibilidade a infecção, além destes animais atuarem como sentinelas de riquetsioses, que podem infectar os seres humanos. O objetivo deste estudo foi comparar a frequência de anticorpos IgG anti-R. rickettsii entre cães criados em área urbana ou rural de Lavras. Amostras de soros de 199 cães, coletadas durante campanha antirrábica de 2010, foram submetidas à RIFI (reação de imunofluorescência indireta), e utilizou-se como ponto de corte (animal soropositivo) título 1:64. Para a coleta de dados sobre o sistema de criação dos cães foram realizadas entrevistas com tutores sobre possíveis fatores associados à soropositividade. Na análise estatística foi feito teste qui-quadrado para avaliar a associação entre sorologia (positiva ou negativa) e variáveis independentes como: sexo, idade, sistema de criação, raça e local de criação (urbano ou rural). A frequência global de cães com anticorpos anti-R. rickettsii foi 26,1%(52/199). De 99 cães da área urbana e 100 da área rural, 22 (21,8%) e 30 (30,0%), respectivamente, foram soropositivos para R. rickettsii, porém, sem diferença significativa(p>0,05) entre os dois grupos. De 52 cães soropositivos, 10 eram fêmeas (19,0%) e 42 machos (81,0%), 37 (71,7%) sem raça definida, 47 (89,7%) criados sempre soltos, 39 (74,4%) considerados apenas como animais de companhia. Não houve diferença significativa (p>0,05) entre status sorológico de cães criados em área urbana ou rural, ou com quaisquer das variáveis analisadas. Estudos epidemiológicos mais abrangentes são necessários para identificar os fatores de risco associados à infecção na população canina em questão. Este estudo sugere que cães criados em área urbana ou rural de Lavras estão expostos a infecção por R. rickettsii. Em Lavras não há registro de casos humanos de FMB, mas a constatação que há circulação do agente na área demonstra a importância da vigilância de casos.pt_BR
dc.identifier.citationMESQUITA, C. A. M. et al. Frequência de anticorpos anti-Rickettsia rickettsii em cães de área urbana ou rural de Lavras, Minas Gerais. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFLA, 31., 2017, Lavras. Anais... Lavras: UFLA, 2017. Não paginado.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br//handle/1/37090
dc.identifier.urihttp://prp.ufla.br/ciuflasig/generateResumoPDF.php?id=10790pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.rightsrestrictAccesspt_BR
dc.subjectFebre maculosa brasileirapt_BR
dc.subjectSaúde públicapt_BR
dc.subjectReação de imunofluorescência indiretapt_BR
dc.titleFrequência de anticorpos anti-Rickettsia rickettsii em cães de área urbana ou rural de Lavras, Minas Geraispt_BR
dc.typeTrabalho apresentado em eventopt_BR

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