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Modelo preditivo de aceitação sensorial e padrão mínimo de qualidade para melancia ‘crimson sweet’
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Editor
Universidade Federal de Lavras
Faculdade, Instituto ou Escola
Departamento
Programa de Pós-Graduação
Agência de fomento
Tipo de impacto
Áreas Temáticas da Extensão
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Dados abertos
Resumo
Abstract
Descrição
O aumento da prevalência de doenças crônicas não transmissíveis,
como diabetes, hipertensão, obesidade, doenças cardiovasculares, entre outras, nos últimos anos, tem levado o consumidor brasileiro a adotar uma
dieta mais saudável. Como parte disso, é notável o aumento no consumo de
frutos, já que eles são fontes de muitos nutrientes importantes, como vitaminas e minerais, além de fibras e antioxidantes. A satisfação sensorial, no
entanto, não é deixada de lado e o consumidor busca sempre produtos de
qualidade, que atendam às suas expectativas. Diante desse cenário, há uma
responsabilidade do setor hortícola em manter e melhorar, constantemente,
a qualidade dos frutos ofertados.
Observa-se, atualmente, no Brasil, uma variação muito grande na
qualidade dos frutos consumidos, inclusive aqueles comercializados pelas
Centrais de Abastecimento (CEASA’s). Tais variações são reflexos da falta do
estabelecimento de um padrão mínimo de qualidade e devem ser evitadas,
pois podem comprometer a satisfação do consumidor, quando ele adquire
um produto com qualidade inferior, que não satisfaz às suas expectativas.
A maior parte das pesquisas que envolvem frutos é voltada ao aumento da produtividade, não havendo enfoque nos seus aspectos sensoriais. No
entanto, esses aspectos são de suma importância, pois afetam diretamente a
aceitação dos frutos pelos consumidores. Sendo assim, o desenvolvimento
de modelos preditivos de aceitação sensorial e a determinação de um padrão
mínimo de qualidade para os frutos comercializados pelas CEASA’s, com
base em análises físicas e químicas, simples, baratas e de rápida determinação, podem constituir em efetiva estratégia para garantir a qualidade dos frutos comercializados no Brasil e a satisfação do consumidor, podendo ainda
ser usados na definição de preços mais justos, em função da sua qualidade
sensorial.
Os dados apresentados nesta cartilha são o resultado de um trabalho
de pesquisa desenvolvido pelo setor de Pós-Colheita de Frutas e Hortaliças,
do Departamento de Ciência dos Alimentos Alimentos e Programa de Pósgraduação em Ciência dos Alimentos da Universidade Federal de Lavras –
MG em parceria com a CEASAMinas (Contagem), financiado pelas agências
de fomento à pesquisa, FAPEMIG, CNPq e CAPES. Durante aproximadamente três anos, amostras de melancia ‘Crimson Sweet’ comercializada pela
- 5 -CEASAMinas (Contagem, MG) foram submetidas a análises físicas e químicas e testes de aceitação sensorial. Comprovou-se, por meio dos dados
obtidos, ausência de um padrão de qualidade para os frutos comercializados.
Ainda, um modelo preditivo de aceitação sensorial foi desenvolvido, por
meio da associação das análises físicas e químicas e de aceitação sensorial,
bem como determinou-se um padrão mínimo de qualidade para a melancia,
passível de ser utilizado pelas Centrais de Abastecimento.
Espera-se que, com esta cartilha, produtores, atacadistas e varejistas
possam entender o funcionamento do modelo preditivo de aceitação sensorial e sua associação com o padrão mínimo de qualidade, podendo utilizá--los como ferramentas para melhorar a qualidade dos produtos ofertados.
Área de concentração
Linha de pesquisa
Agência de desenvolvimento
Palavra chave
Marca
Objetivo
Procedência
Impacto da pesquisa
Resumen
ISBN
DOI
Citação
LAGO, R. C. do et al. Modelo preditivo de aceitação sensorial e padrão mínimo de qualidade para melancia ‘crimson sweet’. Universidade Federal de Lavras: Lavras, 2018. 12 p.
