Avaliação técnica e econômica de sistemas de manejo de candeais nativos

dc.contributor.advisor1Oliveira, Antônio Donizette de
dc.contributor.referee1Scolforo, José Roberto Soares
dc.contributor.referee1Machado, Sebastião do Amaral
dc.contributor.referee1Rezende, José Luiz Pereira de
dc.contributor.referee1Botelho, Soraya Alvarenga
dc.creatorRibeiro, Ivonise Silva Andrade
dc.date.accessioned2014-10-01T13:18:45Z
dc.date.available2014-10-01T13:18:45Z
dc.date.issued2014-10-01
dc.date.submitted2009-03-04
dc.description.concentrationCiências Florestaispt_BR
dc.description.resumoA candeia (Eremanthus erythropappus) pertence à família Asteraceae, sendo sua madeira utilizada para obtenção de moirão e lenha de onde se extrai o alfa-bisabolol, utilizado na indústria de fármacos e cosméticos. Ainda não há um sistema de manejo consolidado para a candeia, seja para as áreas onde sua ocorrência é natural, seja em plantios puros ou mistos visando um uso comercial mais planificado. O objetivo geral deste estudo é gerar conhecimentos relacionados ao manejo sustentável da candeia e a sua viabilidade econômica. Foram implantados os sistemas de corte seletivo, porta sementes e sistema seletivo em grupos, em fragmentos nativos com alta densidade de candeia. Para a sua avaliação utilizou-se o método dos quadrats com forma quadrada de 4 m2, sendo que em cada quadrat foi medida a altura de todas as regenerantes. Foram caracterizados e determinados todos os custos e receitas envolvidos no manejo da candeia e fez-se a análise da viabilidade econômica. Também, caracterizou-se a cadeia de comercialização da madeira de candeia para a produção de alfa-bisabolol por meio da realização de entrevistas com os participantes dessa cadeia. As principais conclusões foram: o sistema de corte seletivo não deve ser utilizado para o manejo da candeia, uma vez que não é sustentável; o sistema de árvores porta sementes e o sistema seletivo em grupos são recomendados para o manejo da candeia, uma vez que garantem a sua sustentabilidade; para que esses sistemas sejam efetivos, após a exploração e antes da época de dispersão das sementes, é necessário limpar e escarificar o solo a fim de estabelecer as condições ideais para a germinação das sementes e o estabelecimento da regeneração natural. Além disso, entre 2 e 3 anos após a exploração, é preciso fazer desbaste na regeneração natural, deixando um espaçamento médio entre plantas de 4 m2. A análise econômica mostrou que o manejo da candeia para a produção de madeira para óleo é viável economicamente. Nessa atividade, os custos mais significativos são os de transporte e de exploração. Na cadeia de comercialização da candeia os distribuidores de alfa-bisabolol beneficiam-se da maior margem de comercialização.pt_BR
dc.identifier.citationRIBEIRO, I. S. A. Avaliação técnica e econômica de sistemas de manejo de candeais nativos. 2009. 121 p. Tese (Doutorado em Engenharia Florestal)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2009.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br/handle/1/4212
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRASpt_BR
dc.publisher.countryBRASILpt_BR
dc.publisher.initialsUFLApt_BR
dc.publisher.programDCF - Programa de Pós-graduaçãopt_BR
dc.rightsacesso abertopt_BR
dc.subjectEremanthus erythropappuspt_BR
dc.subjectManejo florestalpt_BR
dc.subjectRegeneração naturalpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ_NÃO_INFORMADOpt_BR
dc.titleAvaliação técnica e econômica de sistemas de manejo de candeais nativospt_BR
dc.title.alternativeTechnical and economical evaluation of systems of management of native candeaispt_BR
dc.typetesept_BR

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