Questões sobre a biodiversidade divulgadas em espaços não formais: um relato de experiência como modelo das atividades do museu de história natural da Universidade Federal de Lavras, MG

dc.creatorGonçalves, Laise Vieira
dc.creatorNascimento Junior, Antonio Fernandes
dc.creatorMelo, José Sebastião Andrade de
dc.date.accessioned2017-04-05T17:33:28Z
dc.date.available2017-04-05T17:33:28Z
dc.date.issued2012
dc.description.resumoO Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Lavras busca popularizar a ciência e favorecer uma aprendizagem que se caracteriza pela interação entre o novo saber e o conhecimento prévio. Ali, o aprendizado acontece à maneira sociointeracionista. Atualmente o MHN possui, entre outras, uma coleção de espécies taxidermizadas dos principais grupos animais. O objetivo deste artigo é expressar o modelo das atividades do museu a partir de um relato de experiências capaz de sintetizar os principais pontos de sua prática. A atividade refere-se a uma visita ao museu orientada por alunos do Programa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID) do curso de Licenciatura em Biologia da Universidade Federal de Lavras (UFLA). Na ocasião 50 alunos do Ensino Fundamental participaram de atividades cujo tema era a biodiversidade, sendo estas: visita guiada às áreas de exposição para o conhecimento da forma de classificação e das características gerais de cada grupo taxonômico; exibição de um curta metragem “Guardiões da Biosfera: episódio Mata Atlântica”, que versava sobre as características deste bioma, sua biodiversidade e a proteção ambiental; jogo pedagógico denominado “Bingão da bicharada” constituído de figuras de animais da mata atlântica. Com o resultado da visita à exposição, os alunos conheceram os principais grupos do reino animal e sua forma de classificação. Muitas perguntas foram surgindo no decorrer da visita. Na exibição do filme, os alunos foram questionados em relação aos assuntos abordados, relataram experiências e revelaram preocupações com a natureza. Em seguida, passou-se parao bingão. Antes, foi lhes apresentado um conjunto de slides identificando os animais quefaziam parte do jogo para lhes proporcionar sua familiarização. Durante o jogo tambémaconteceram muitas perguntas. A prática foi analisada a partir das perspectivas que orientamas atividades do museu: a construção do conhecimento museológico e a pedagogiavygotskiana, que o sustenta.pt_BR
dc.identifier.citationGONÇALVES, L. V.; NASCIMENTO JÚNIOR, A. F.; MELO, J. S. A. de. Questões sobre a biodiversidade divulgadas em espaços não formais: um relato de experiência como modelo das atividades do museu de história natural da Universidade Federal de Lavras, MG. Revista do Edicc, Campinas, v. 1, n. 1, 2012. Não paginado.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br/handle/1/12646
dc.identifier.urihttp://revistas.iel.unicamp.br/index.php/edicc/article/view/2369pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Estadual de Campinaspt_BR
dc.rightsrestrictAccesspt_BR
dc.sourceRevista do Ediccpt_BR
dc.subjectBiodiversidadept_BR
dc.subjectConhecimento museológicopt_BR
dc.subjectMuseus de história naturalpt_BR
dc.subjectBiodiversitypt_BR
dc.subjectMuseological knowledgept_BR
dc.subjectMuseums of natural historypt_BR
dc.titleQuestões sobre a biodiversidade divulgadas em espaços não formais: um relato de experiência como modelo das atividades do museu de história natural da Universidade Federal de Lavras, MGpt_BR
dc.typeArtigopt_BR

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