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Morphological characterization of leaves at different crown positions of tangerine genotypes
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Resumo
A anatomia foliar vem se estabelecendo como uma importante ferramenta para se compreender a interação
entre este órgão e o seu microclima, contudo, pouco se sabe sobre este assunto em citrus. Objetivou-se com este trabalho,
estudar a estrutura foliar das tangerinas Ponkan, Fremont, Thomas e do tangor Murcott em diferentes alturas na copa. Folhas
completamente expandidas foram coletadas, do segundo e terceiro nó de ramos plagiotrópicos, voltados para o oeste, em três
alturas na copa (base, meio e topo). As folhas foram fixadas em etanol 70%, emblocadas em historesina e seccionadas em
micrótomo; coradas com azul de toluidina e imagens foram capturadas em microscópio de luz e analisadas para mensuração
das espessuras dos tecidos foliares. A tangerina Fremont apresentou maior espessura da epiderme nas faces adaxial e abaxial,
maior diâmetro das cavidades secretoras e menor distância entre elas. Folhas de tangor Murcott apresentaram maior espessura
do parênquima paliçádico e esponjoso. Fremont e Murcott se caracterizam como potenciais para condições xéricas, o que lhes
permite redução na transpiração e melhor aproveitamento de uma grande quantidade de radiação incidente. Os microclimas
criados pela arquitetura da planta influenciam a anatomia foliar da Ponkan, Fremont, Thomas e da Murcott, conferindo uma
plasticidade anatômica.
Abstract
The leaf anatomy has been shown as an important tool to understand the interaction between this organ and its
microclimate but this topic is still unclear for citrus plants. The objective of this study was to analyze the leaf structure of Ponkan,
Fremont and Thomas tangerine and Murcott tangor. Fully expanded leaves were collected collected, from the 2nd and 3rd nodes
of plagiotropic branches facing West, at three crown heights (lower, middle and upper). The leaves were fixed in 70% ethanol
and embedded in historesin and sectioned in a semi-automatic microtome. The sections were stained with toluidine blue; images
were captured under a light microscope coupled and analyzed to measure leaf tissue thickness. The Fremont tangerine leaves
had greater epidermis thickness on the adaxial and abaxial surfaces and secretory cavity diameter as well as a shorter distance
between secretory cavities, whereas the Murcott leaves had greater palisade and spongy parenchyma thickness. Thus, Fremont
and Murcott are potential varieties for xeric conditions, as they are able to reduce transpiration and make optimal use of high
incident radiation. The microclimates created by plant architecture may affect the leaf anatomy of the Ponkan, Fremont and
Thomas and Murcott trees, allowing anatomical plasticity.
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PACHECO, C. de A. et al. Morphological characterization of leaves at different crown positions of tangerine genotypes. Revista Brasileira de Ciências Agrárias, Recife, v. 13, n. 4, p. 1-7, 2018. DOI: 10.5039/agraria.v13i4a5575.
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