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Estudo longitudinal dos sinais e sintomas de disfunção temporomandibular frente a tratamento conservador com placa estabilizadora em clínica de graduação

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Objetivo: Avaliar longitudinalmente a eficácia da terapia oclusal em pacientes com Disfunção Temporomandibular (DTM) atendidos em clínica de graduação de curso de Odontologia. Materiais e Métodos: Os indivíduos foram examinados clinicamente utilizando-se o índice internacional Research Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders (RDC/TMD) na época de seu atendimento (T0) e reavaliados 6 meses após o início do tratamento com placas estabilizadoras (T1). Dezesseis pacientes participaram das duas avaliações. Oitenta e oito porcento dos pacientes examinados eram do sexo feminino. Foram avaliados os seguintes parâmetros: 1) Dor: através de Escala VAS (dor no momento da avaliação, dor média nos últimos 6 meses e pior dor nos últimos 6 meses), 2) Amplitude dos movimentos mandibulares (abertura bucal, protrusão e lateralidade); 3) Sons articulares (clique, crepitação) e 4) Sensibilidade à palpação dos músculos mastigatórios e da articulação temporomandibular. Os dados foram comparados entre os dois momentos utilizando-se o teste “t” pareado ou Wilcoxon. Correlação de Pearson foi realizada entre as variáveis dor e amplitude dos movimentos mandibulares. O índice de significância foi ajustado em p<0,05. Resultados: Houve melhora significativa entre as duas sessões para as variáveis relacionadas à dor e amplitude dos movimentos mandibulares (p<0,05), exceto protrusão (p=0,438). Houve correlação negativa significativa somente entre a dor média e a amplitude da abertura bucal antes do tratamento (p<0,05). Após o tratamento, essa correlação não persistiu (p>0,05). Conclusões: As placas oclusais lisas planas mostraram melhora significativa para a dor e amplitude dos movimentos mandibulares, mostrando ser um tratamento eficiente a ser realizado em clínicas de graduação para pacientes com dor miofascial e deslocamento de disco.

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BOTELHO, L. C. et al. Estudo longitudinal dos sinais e sintomas de disfunção temporomandibular frente a tratamento conservador com placa estabilizadora em clínica de graduação. Arquivos em Odontologia, Belo Horizonte, v. 48, n. 2, p. 76-81, abr./jun. 2012.

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