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Perfis proteicos e desempenho fisiológico de sementes de café submetidas a diferentes métodos de processamento e secagem
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Resumo
O objetivo deste trabalho foi avaliar os perfis proteicos e o desempenho fisiológico de sementes de
café submetidas a diferentes métodos de processamento e secagem. Foram avaliados os processamentos por
via seca e úmida, e as secagens natural, em terreiro, e artificial a 60ºC, ou a 60ºC até 30% de umidade e 40ºC
até teor final de 11% (base úmida). Após serem processadas e secadas, as sementes foram avaliadas quanto ao
desempenho fisiológico e submetidas a análises bioquímicas, por meio da eletroforese de proteínas resistentes
ao calor LEA (“late embryogenesis abundant”) e das enzimas superóxido dismutase, catalase, peroxidase,
esterase, polifenoloxidase, isocitrato desidrogenase, álcool desidrogenase e malato desidrogenase. O perfil
proteico de sementes de café é afetado pelo método de processamento e de secagem. Os cafés processados por
via úmida apresentam maior tolerância à secagem – revelada pela maior atividade de enzimas antioxidativas e
pelo melhor desempenho fisiológico – do que os processados por via seca. A atividade de proteínas resistentes
ao calor e de enzimas antioxidantes é variável promissora para diferenciar a qualidade dos cafés submetidos a
diferentes manejos pós‑colheita
Abstract
The objective of this work was to evaluate the protein profiles and physiological performance of
coffee seeds subjected to different drying and processing methods. We evaluated processing by dry and wet
routes, the drying methods: natural, on the patio, and artificial at 60ºC, or at 60ºC until 30% of moisture
content and 40ºC until 11% (wet basis). After processing and drying, the seeds were evaluated as to their
physiological performance and subjected to biochemical analyses with electrophoresis of heat‑resistant LEA
(late embryogenesis abundant) proteins and of the enzymes superoxide dismutase, catalase, peroxidase,
esterase, polyphenol oxidase, isocitrate dehydrogenase, alcohol dehydrogenase, and malate dehydrogenase.
The protein profile of coffee seeds is affected by the processing and drying methods. The coffee processed
by wet route has higher tolerance to drying – shown by the higher activity of antioxidative enzymes and
better physiological performance – than that processed by dry route. The activity of heat‑resistant proteins and
antioxidant enzymes is a promising variable for the differentiation of the quality of coffee subjected to different
postharvest management.
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TAVEIRA, J. H. da S. et al. Perfis proteicos e desempenho fisiológico de sementes de café submetidas a diferentes métodos de processamento e secagem. Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, DF, v. 47, n. 10, p. 1511-1517, out. 2012.
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