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Toxicidade de produtos fitossanitários utilizados na cultura do crisântemo para ovos e ninfas de Orius insidiosus (Say) (Hemiptera: Anthocoridae)

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O objetivo do presente estudo foi avaliar a toxicidade de alguns produtos fitossanitários utilizados na cultura do crisântemo para ovos e ninfas de Orius insidiosus (Say). Os bioensaios foram conduzidos em condições de laboratório a 25 ± 2ºC, UR de 70 ± 10% e fotofase de 12h. O contato dos produtos com os ovos foi realizado pela imersão de hastes de picão-preto (Bidens pilosa L.), previamente expostas para oviposição, nas caldas químicas dos produtos por um período de cinco segundos. Os produtos foram aplicados sobre ninfas por meio de torre de Potter. Foram utilizadas 40 ninfas de primeiro ínstar e 20 ninfas de segundo ínstar de O. insidiosus por tratamento. Adultos oriundos de ovos e ninfas tratados foram agrupados em casais para estudar o efeito dos produtos sobre seus parâmetros reprodutivos. Nenhum dos compostos avaliados afetou a viabilidade dos ovos tratados. Azoxistrobim, benomil, imibenconazole, iprodione, metalaxil + mancozebe e triforine foram seletivos para os insetos de primeiro e segundo ínstares de O. insidiosus tratados, enquanto abamectina, acefato e clorfenapir mostraram-se tóxicos para indivíduos de ambos os ínstares. O período de pré-oviposição, o número médio diário de ovos colocados, o número total de ovos por dez dias e a viabilidade de ovos também não foram afetados negativamente por azoxistrobim, benomil, imibenconazole, iprodione, metalaxil + mancozebe e triforine. Esses compostos, devido à baixa toxicidade apresentada, podem ser recomendados em programas de manejo de doenças na cultura do crisântemo, em associação com O. insidiosus.

Abstract

The objective of this study was to evaluate the toxicity of some pesticides used in chrysanthemum crops to eggs and nymphs of Orius insidiosus (Say). The bioassays were carried out at 25 ± 2ºC, 70 ± 10% RH and 12h photophase. For the tests with eggs, stems of Bidens pilosa L. previously exposed to predator oviposition were dipped for five seconds in aqueous dilution of the pesticides, using 40 eggs per treatment. The pesticides were applied on nymphs using a Potter's tower. Forty first-instar and twenty second-instar nymphs of O. insidiosus were used per treatment in the tests with nymphs. The adults from eggs and nymphs treated were grouped in couples to study the pesticides effects on its reproductive parameters. None tested pesticide affected the viability of treated eggs. Azoxystrobin, benomyl, imibenconazole, iprodione, metalaxyl + mancozeb and triforine were harmless to first- and second-instar nymphs of O. insidiosus, whereas abamectin, acephate and chlorfenapyr were shown to be harmful to nymphs of both first and second instars. The pre-oviposition period, the daily number of eggs, number of eggs in ten days, and egg viability were not affected by azoxystrobin, benomyl, imibenconazole, iprodione, metalaxyl + mancozeb and triforine. These pesticides, for showing low toxicity to the predator, can be recommended in disease management programs for chrysanthemum crops, in association with O. insidiosus.

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ROCHA, L. C. D. et al. Toxicidade de produtos fitossanitários utilizados na cultura do crisântemo para ovos e ninfas de Orius insidiosus (Say) (Hemiptera: Anthocoridae). Neotropical Entomology, Londrina, v. 35, n. 1, p. 83-92, jan./fev. 2006.

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