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Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/3132

Title: Uso de extensores na fabricação de queijo minas frescal
Other Titles: Use of extensors in Minas frescal cheese manufacturing
???metadata.dc.creator???: Costa Júnior, Luiz Carlos Gonçalves
???metadata.dc.contributor.advisor1???: Abreu, Luiz Ronaldo de
???metadata.dc.contributor.advisor-co???: Magalhães, Fernando Antônio Resplande
???metadata.dc.contributor.referee1???: Sbampato, Cristiane Gattini
Pimenta, Carlos José
Pinto, Sandra Maria
Keywords: Queijo - Fabricação
Queijo - Tecnologia
Laticínios
Cheese
Queijo - Variedades
???metadata.dc.date.submitted???: 14-Jun-2006
Issue Date: 21-Aug-2014
Citation: COSTA JÚNIOR, L. C. G. Uso de extensores na fabricação do queijo Minas frescal. 2006. 76 p. Tese (Doutorado em Ciência dos Alimentos)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2006.
???metadata.dc.description.resumo???: O uso de extensores em fabricação de queijos é uma tecnologia que começa a ser introduzida em países da América Latina, onde o preço do leite é elevado e ou onde há sazonalidade. Consiste em acrescentar ao leite fontes de proteínas e gorduras, com o intuito de aumentar os teores destes constituintes e, conseqüentemente, a quantidade de queijo. Objetivou-se, neste trabalho, avaliar a viabilidade tecnológica da utilização de extensores em queijo Minas frescal. Foram selecionados, como extensores de proteínas e gorduras, respectivamente, o WPC (concentrado protéico de soro) e o creme de leite, com nível de extensão de 40% para ambos. Nas análises físico-químicas, o experimento constou de 2 tratamentos (com e sem extensores), 6 repetições e diferentes tempos avaliados: D+1 (D refere-se ao dia da fabricação) na determinação das composições centesimais do leite padronizado, mistura, soros e queijos; D+1, D+4, D+7 e D+10 para índice de proteólise e pH dos queijos. Nos aspectos sensoriais, 2 tratamentos, 3 repetições, sendo realizados em D+1 para o teste de aceitação e D+1, D+4, D+7 e D+10 para os atributos sensoriais com provadores treinados. Os tratamentos não apresentaram diferenças quanto à composição química, pH e dessoragem percentual dos queijos. O pH apresentou decréscimo constante durante a estocagem e a dessoragem percentual aumentou no período. A relação % NSpH4,6/NT dos queijos com extensores foi maior que no processo tradicional, nos 4 períodos de estocagem. O rendimento de fabricação foi superior no processo com extensores, seja pelo modo empírico (39,9% contra 31,5%), ou no modo técnico (32,9% e 18,9% de perdas de gordura e proteína, respectivamente, contra 34,4% e 25,2%). O aproveitamento dos sólidos do leite e da mistura nos queijos foi diferente, 69,0 g/L contra 59,2 g/L nos tratamentos com e sem extensores, respectivamente. As produções foram diferentes, sendo 5,4 L/kg com extensores contra 6,6 L/kg no processo tradicional. Com extensores, as produções ajustadas para teores de umidade máximo permitido pela legislação (54,9%) e médio, segundo a literatura (56,5%), foram 6,6 L/kg A e 6,4 L/kg A, contra 7,7 L/kg A e 7,6 L/kg A, sem extensores. Nos atributos sensoriais, foram detectadas diferenças na cor, textura e consistência dos queijos obtidos pelos 2 processos, tendo os escores atribuídos pelos provadores sido sempre maiores no processo tradicional, 13,0 contra 12,7 na coloração; 12,9 contra 12,5 na textura e 12,4 contra 11,8 na consistência, em escala de 15 pontos. O sabor não diferiu entre tratamentos, porém, durante a estocagem, diminuiu de 12,4 para 11,5 pontos. A textura variou, partindo de 12,5 pontos e atingindo 13,1 pontos ao final. A cor e a consistência não se alteraram durante a estocagem. Todas as interações tratamento x tempo foram não significativas. No teste de aceitação, queijos fabricados de forma tradicional receberam 7,7 pontos, contra 7,0 daqueles com extensores, em escala de 9 pontos. O uso de extensores, no Brasil, pode ser viável, desde que em períodos de entressafra ou quando se deseja aumentar a produção de queijos sem que haja aumento na produção de leite.
Use of extensors in cheese manufacturing is a technology that begins to be introduced in some countries of Latin America, where price of milk is high and or milk production is seasonal. Such technique consist in addition of some sources of protein and fat into the manufacturing milk, with the purpose of increase the content of such constituents and, consequently, cheese yield. The objective of this work was to evaluate the technological feasibility of extensors utilization on Minas frescal cheese manufacturing. It was selected as extensor for both protein and fat, WPC (whey protein concentrated) and fresh cream respectively, with extension level of 40% for both components. For the physico-chemical analysis, the experiment had 2 treatments (with and without extensors), 6 replicates and different evaluation periods: D+1 (D referring to the day of manufacturing) in determination of percentage composition of the standardized milk, mixture, whey and cheeses; D+1, D+4, D+7 and D+10 for proteolysis index and pH of the cheeses. For sensory evaluation, it was utilized 2 treatments, 3 replicates, being conducted at D+1 for the acceptance test and D+1, D+4, D+7 and D+10 for the sensory attributes with trained panelists. Treatments did not statistically differ concerning chemical composition, pH and percentage "whey dripping" of cheeses. pH presented steady decreasing along storage and percentage "whey dripping" increased during the same period. The percentile rate SNpH4,6/TN of cheeses with extensors was higher compared to traditional, in the 4 storage period. Cheese yield was higher in the process with extensors, whether by the empiric method (39,9% against 31,5%), whether by the technical one (32,9% and 18,9% losses of fat and protein, respectively, against 34,4% and 25,2%). Cheese yield was higher in the technology using extensor, considering either empiric or technical. Transition of solids from both milk and mixture to cheeses was different, 69,0 g/L against 59,2 g/L comparing treatments with and without extensors, respectively. Cheese yield was different, 5,4 L/kg with extensors against 6,6 L/kg in the traditional process. When extensors were used, yield correct for maximum legally allowed moisture content for cheeses (54,9%) * Guidance Committee: Prof. Luiz Ronaldo de Abreu - DCA/UFLA (Advisor), Fernando Antônio Resplande Magalhães - EPAMIG CT/ILCT. and average, according to literature (56,5%), were 6,6 L/kg adjusted (A) and 6,4 L/kg (A), compared to 7,7 L/kg (A) and 7,6 L/kg (A), with extensors. In the sensory properties was detected differences in color, texture and consistence of cheeses by the two processes, having the scores given by the panelists always higher in the traditional process 13,0 against 12,7 for color; 12,9 against 12,5 for texture and 12,4 against 11,8 for the consistence, in a 15 points scale. Taste did not differ between treatments, however, during the storage period, decreasing from 12,4 to 11,5 points. The texture varied, from 12,5 points reaching 13,1 points at the end of the storage period. Color and consistence did not alter along storage period. All interactions treatment x period were not statistically significant. In the acceptance test, cheeses manufactured in the traditional way received 7,7 points, against 7,0 of those with extensors, in a 9 points scale. Use of extensors, may be viable in Brazil, mainly in periods of shortage of milk and when cheese production needs to be increased with the same amount of available milk.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/3132
Publisher: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
???metadata.dc.language???: pt_BR
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