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Pionefrose crônica associada a piometra de coto uterino em cadela

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A ovario-histerectomia é usada em cadelas para evitar estro e doenças reprodutivas, bem como diminuir o risco de neoplasias mamárias. Como em outros procedimentos cirúrgicos, podem ocorrer complicações como hemorragias, granulomas ovarianos ou uterinos, estro recorrente e piometra de coto uterino. Esta é uma alteração inflamatória séptica no segmento remanescente do útero, considerada uma complicação incomum e de difícil diagnóstico. Se houver tecido ovariano remanescente podem ocorrer ciclos ovarianos, secreção de progesterona, estimulação uterina e inflamação. Complicações urológicas geralmente estão relacionadas à ligadura inadvertida ou transecção de parte do trato urinário. A obstrução do fluxo de saída da urina aumenta o risco de infecção bacteriana dos rins, via hematógena ou ascendente, neste caso com risco de pielonefrite. O objetivo é relatar os achados histopatológicos de uma cadela Terrier Brasileiro, castrada, de nove anos, diagnosticada com piometra de coto e pionefrose crônica. Foram recebidos no Setor de Patologia Veterinária da UFLA fragmentos de órgãos fixados em formol a 10%, para exame histológico. Amostras foram clivadas, processadas para histopatologia e coradas com hematoxilina e eosina. No histórico constava internação com sinais de choque circulatório, temperatura corpórea 32,4ºC, distensão abdominal, midríase, tempo de preenchimento capilar aumentado, taquicardia, corrimento vulvar muco- sanguinolento a purulento e óbito. Foram relatados como achados de necropsia fístula entre bexiga urinária e coto uterino, líquido sanguinolento no peritônio, rim direito globoso, com substituição do parênquima por camada fibrosa de cerca de 0,5 cm de espessura, aderência ao mesentério e ovário direito remanescente. Havia um coto uterino contendo material sanguinolento a mucopurulento. Ao exame histológico constatou-se hiperplasia endometrial cística, abundante infiltrado inflamatório linfoplasmocítico e extensas áreas de infiltrado neutrofílico, além de piogranulomas associados a restos de fio de sutura no segmento uterino. No rim direito havia desaparecimento quase completo de túbulos e glomérulos, restando apenas delgada faixa de tecido conjuntivo colagenizado, com abundante infiltrado inflamatório, predominantemente neutrofílico, caracterizando pionefrose crônica. O diagnóstico enfatiza a necessidade de cuidados na ovário-histerectomia, a fim de evitar danos acidentais ao trato urinário e outras complicações, como permanência de coto uterino.

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MOREIRA, M. F. et al. Pionefrose crônica associada a piometra de coto uterino em cadela. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFLA, 31., 2018, Lavras. Anais... Lavras: UFLA, 2018. Não paginado.

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