Larvicultura do tambaqui em diferentes estratégias alimentares
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Resumo
A produção de peixes nativos no Brasil vem crescendo nas últimas
décadas e para atender à crescente demanda é necessário obter maior
disponibilidade de larvas, em quantidade e qualidade suficiente. Dentre
as espécies nativas, o tambaqui (Colossoma macropomum) está listada
entre as que apresentam grande potencial para a produção em cativeiro,
devido ao seu rápido crescimento e facilidade de reprodução. Apesar das
perspectivas econômicas para esta espécie, sua larvicultura requer maior
atenção, sendo necessário adotar estratégias alimentares que
proporcionam rápido crescimento e reduzam a mortalidade. Nesse
sentido, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do atraso da
alimentação inicial e diferentes protocolos da larvicultura de
C.macropomum sobre o desempenho zootécnico, sobrevivência e teste
de resistência ao estresse. O experimento com duração de 30 dias foi
realizado no Laboratório de Piscicultura da Universidade Federal de
Lavras, utilizando o delineamento fatorial 2x5, sendo testados dois tipos
de alimentação inicial (Artemia sp e Microdieta) e cinco estratégias
alimentares (0, 2, 4, 6 e 8 dias de atraso na alimentação após a absorção
do vitelo), cada tratamento com três repetições. Durante o período
experimental a sobrevivência foi avaliada duas vezes ao dia e os
parâmetros de qualidade de água foram mantidos nos níveis adequados
para a espécie. No final do período experimental no 31º dia as larvas
foram pesadas, fotografadas para avaliação do peso final (PF), ganho em peso (GP), taxa de crescimento específica (TCE) e sobrevivência final
(SOB). Para avaliar os efeitos dos tratamentos ao atraso, realizou-se o
teste de estresse e as larvas foram submetidas a exposição ao ar durante
7 minutos. O melhor tempo de exposição ao ar foi determinado através
de um pré ensaio. Os resultados para a sobrevivência final mostraram
diferenças (p<0,05) entre os tratamentos e foram afetados pelas dietas,
sendo menores para os tratamentos alimentados com microdieta. Em
relação às variáveis de desempenho verificamos melhor crescimento
quando as larvas foram alimentadas com artemia e não verificamos
influência no atraso da primeira alimentação, enquanto as larvas
alimentadas com a microdieta além de apresentarem desempenho inferior
foram afetadas pelo atraso na alimentação. De forma semelhante o teste
de resistência ao ar mostrou redução da sobrevivência quando
alimentadas com microdieta. Concluímos que as estratégias alimentares
testadas exercem influência na sobrevivência e desempenho dos animais,
sendo a artemia o mais indicado como alimento inicial na larvicultura de
C.macropomum.
Abstract
Descrição
Área de concentração
Agência de desenvolvimento
Palavra chave
Marca
Objetivo
Procedência
Impacto da pesquisa
Resumen
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Citação
BARBOSA, E. R. et al. Larvicultura do tambaqui em diferentes estratégias alimentares. In: Conferencia Latinoamericana sobre cultivo de peces nativos, 7., 2022, Belo Horizonte. Anais [...]. [S.l.: s.n.], 2022, p. 342-343. Disponível em: https://vet.ufmg.br/ARQUIVOS/FCK/file/ANAIS%20A5%20errata%20inclusa1.pdf. Acesso em: 2 dez 2022.
