Sobrevivência de larvas de Astronotus ocellatus mantidas em diferentes metodologias de incubação e densidades de estocagem
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Resumo
Na reprodução dos peixes, a fase de larvicultura se mostra um dos
maiores gargalos para o sucesso produtivo, devido as suas altas taxas de
mortalidade larval por diversos fatores como canibalismo, qualidade da
água e densidades inadequadas. A larvicultura do Astronotus ocellatus se
mostra um desafio para a reprodução da espécie, uma vez que, em sistema
de incubação natural existem relatos de canibalismo parental, fazendo
com que a sobrevivência da progênie fique muitas vezes comprometida.
Por conseguinte, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a taxa de
sobrevivência larval em diferentes condições de incubação e densidades
de estocagem. Os embriões de A. ocellatus utilizados nos experimentos
foram obtidos por desova natural de reprodutores mantidos no Biotério
Central da Universidade Federal de Lavras. Assim que a desova natural
foi observada, os embriões foram removidos e incubados usando 3
metodologias distintas por um período de 11 dias. O Método 1 (M1)
consistia na incubação utilizando incubadoras para embriões de peixes
durante todo o período experimental; Método 2 (M2) consistia na
exposição dos embriões a uma solução de NaHCO3, CaCO3, H2O, azul
de metileno 1% em placa de Petri durante 36h em estufa e posterior
transferência das larvas para incubadoras artesanais até findado o
experimento e o Método 3 (M3) os embriões foram colocados em um
aquário de 15L. A taxa de sobrevivência foi mensurada a cada 12 horas
até completar 264 horas após a coleta da desova. Findado o experimento 1, a metodologia com maior taxa de sobrevivência foi utilizada para teste
de densidade a 40 (D40) e 140 (D140) larvas em 200 ml de água,
utilizando um delineamento ao acaso com 8 repetições, sendo as taxas de
sobrevivência mensuradas a cada 12 horas por 264 horas. As curvas de
sobrevivência foram obtidas utilizando o teste de Kaplan – Meier. As
diferenças significativas nas curvas de sobrevida entre os tratamentos
foram obtidas pelo teste de log rank (Mantel-Cox), Breslow e TaroneWare. A análise de sobrevida apresentou diferença significativa entre os
3 métodos (M1; M2 e M3) sendo as taxas de sobrevivência ao final do
experimento de 52%, 0 e 0, respectivamente. A análise de sobrevida em
diferentes densidades também apresentou diferenças significativas entre
D40 e D140 (54% e 46 %). Portanto, o melhor método para larvicultura
do A. ocellatus foi o Método 1 em densidade de 40 larvas em 200 ml de
água devido as maiores taxas de sobrevivência em relação às demais
metodologias testadas.
Abstract
Descrição
Área de concentração
Agência de desenvolvimento
Palavra chave
Marca
Objetivo
Procedência
Impacto da pesquisa
Resumen
Palavras-chave
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Citação
CASTRO, A. S. et al. Sobrevivência de larvas de Astronotus ocellatus mantidas em diferentes metodologias de incubação e densidades de estocagem. In: Conferencia Latinoamericana sobre cultivo de peces nativos, 7., 2022, Belo Horizonte. Anais [...]. [S.l.: s.n.], 2022, p. 334-335. Disponível em: https://vet.ufmg.br/ARQUIVOS/FCK/file/ANAIS%20A5%20errata%20inclusa1.pdf. Acesso em: 2 dez 2022.
