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In vitro antimicrobial susceptibility and genetic resistance determinants of streptococcus agalactiae isolated from mastitic cows in brazilian dairy herds
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Resumo
Streptococcus agalactiae é um dos principais agentes causadores de mastite em bovinos e de consequentes
perdas econômicas aos produtores. Poucos estudos que avaliaram a susceptibilidade a antimicrobianos
e a presença de determinantes genéticos de resistência para este agente em bovinos leiteiros do Brasil.
Este trabalho teve por objetivo avaliar a frequência dos genes de resistência a antimicrobianos ermA,
ermB, mefA, tetO, tetM, aphA3, aad-6, bem como a susceptibilidade in vitro aos antimicrobianos
amicacina, eritromicina, clindamicina, tetraciclina, gentamicina, penicilina, ceftiofur e cefalotina, e as
associações entre genótipos e fenótipos de resistência em 118 isolados de S. agalactiae provenientes
de casos de mastite em rebanhos bovinos brasileiros. Dentre os genes de resistência pesquisados, ermB
foi encontrado em 19 isolados (16,1%), tetO em 23 (19,5%) e tetM em 24 (20,3%). Os genes ermA,
mefA, apha3 e aad6 não foram detectados. Verificou-se associação entre a presença dos genes ermB,
tetM e tetO e os fenótipos de resistência à eritromicina, clindamicina e tetraciclina. Foram encontrados
diferentes índices de resistência aos antibióticos testados: Eritromicina (19,5%), tetraciclina (35,6%),
gentamicina (9,3%), clindamicina (20,3%), penicilina (3,4%) e amicacina (38,1%). Todos os isolados
foram susceptíveis ceftiofur e cefalotina. Os testes de resistência aos antimicrobianos auxiliam na tomada
de decisões relacionadas aos tratamentos, permitindo a escolha mais criteriosa dos antimicrobianos e o
acompanhamento espaço-temporal da dinâmica de resistência para este patógeno tão relevante na saúde
humana e animal.
Abstract
Streptococcus agalactiae is one of the main causative agents of bovine mastitis and is associated with
several economic losses for producers. Few studies have evaluated antimicrobial susceptibility and
the prevalence of genetic resistance determinants among isolates of this bacterium from Brazilian
dairy cattle. This work aimed to evaluate the frequency of the antimicrobial resistance genes ermA,
ermB, mefA, tetO, tetM, aphA3, and aad-6, and in vitro susceptibility to the antimicrobials amikacin,
erythromycin, clindamycin, tetracycline, gentamicin, penicillin, ceftiofur, and cefalotin, and the
associations between resistance genotypes and phenotypes among 118 S. agalactiae isolates obtained
from mastitic cows in Brazilian dairy herds. Of the resistance genes examined, ermB was found in
19 isolates (16.1%), tetO in 23 (19.5%), and tetM in 24 (20.3%). The genes ermA, mefA, aphA3, and
aad-6 were not identified. There was an association between the presence of genes ermB, tetM, and
tetO and phenotypic resistance to erythromycin, clindamycin, and tetracycline. Rates of resistance
to the tested antibiotics varied, as follows: erythromycin (19.5%), tetracycline (35.6%), gentamicin
(9.3%), clindamycin (20.3%), penicillin (3.4%), and amikacin (38.1%); conversely, all isolates were
susceptible to ceftiofur and cefalotin. Antimicrobial resistance testing facilitates the treatment decision
process, allowing the most judicious choice of antibiotics. Moreover, it enables regional and temporal
monitoring of the resistance dynamics of this pathogen of high importance to human and animal health.
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SILVA, J. R. da et al. In vitro antimicrobial susceptibility and genetic resistance determinants of streptococcus agalactiae isolated from mastitic cows in brazilian dairy herds. Semina: Ciências Agrárias, Londrina, v. 38, n. 4, 2017. Suplemento.
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