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A emancipação ociosa, ou, o que nos propõe a teoria critica de Marx?
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Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"
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Programa de Pós-Graduação
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Áreas Temáticas da Extenção
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
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Resumo
No presente artigo, traço, rapidamente, a perspectiva a partir da qual Marx constrói sua crítica ao capitalismo, a saber, a diferença entre o potencial transformador da técnica tal como desenvolvida sob o modo capitalista de produção e a sua realidade efetiva nesse mesmo sistema (parte 1). Com isso feito, argumento que a crítica de Marx ao sistema capitalista consiste em grande parte no fato de a valorização permanente do capital ser a meta da produção, uma finalidade irracional e que cria uma dominação abstrata desse mecanismo sobre os indivíduos (parte 2), de modo a, por fim, repensar o sentido de emancipação no pensamento marxiano tardio, sustentando, sobretudo, que se trata de uma emancipação dessa dominação abstrata que culmina, também, em uma emancipação do trabalho em prol da criação de cada vez mais tempo disponível (parte 3).
Abstract
In this paper I succinctly outline the standpoint from which Marx criticizes capitalism, namely by poiting to the difference between the transforming potentiality of technology as developed under the capitalist mode of production and its effective reality in this same system (part 1). On these grounds, I argue that Marx´s critique of the capitalist system consists mainly in the fact that the permanent valorization of capital is the goal of production, and that this is an irrational aim which creates as a result an abstract form of domination over individuals (part 2). Finally, I reinterpret the meaning of emancipation in Marx´s later thought, arguing that it refers to an emancipation from this abstract domination, culminating in an emancipation from work in favor of the creation of increased disposable time (part 3).
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FLECK, A. de O. A emancipação ociosa, ou, o que nos propõe a teoria critica de Marx? Trans/Form/Ação, Marília, v. 35, n. 1, p. 73-88, jan./abr. 2012.
