TCC
Adaptabilidade e estabilidade de híbridos de milho em ensaios avançados
Carregando...
Notas
Data
Autores
Orientadores
Editores
Coorientadores
Membros de banca
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Federal de Lavras
Faculdade, Instituto ou Escola
Departamento
Departamento de Biologia
Programa de Pós-Graduação
Programa de Pós-Graduação do Mestrado Profissional em Genética e Melhoramento de Plantas
Agência de fomento
Tipo de impacto
Áreas Temáticas da Extenção
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Dados abertos
Resumo
Nos programas de melhoramento de milho das empresas privadas é comum
realizar os chamados ensaios de avanço de produto em vários ambientes de
cultivo pelos produtores no intuito de melhor posicionar os novos híbridos, bem
como oportunizar a avaliação por parte dos produtores. Neste trabalho
objetivou-se descrever a adaptabilidade e estabilidade de híbridos de milho a
partir de ensaios não repetidos de avanço de produto (PAT) utilizando a
abordagem AMMI (additive main effects and multiplicative interaction) e
métodos complementares. Foram considerados os dados de produtividade de
grãos de doze híbridos de milho avaliados numa rede de ensaios de avanço de
produto conduzidos pela empresa DuPont Pioneer em 80 ambientes de cultivo
nos estados de Minas Gerais e Goiás na safrinha de 2014. Foi empregada a
análise AMMI juntamente com os métodos de regressão linear bissegmentada,
de Annicchiarico (1992) e Lin e Binns (1988). Foram observadas diferenças
significativas entre os híbridos sob teste, bem como marcante variação macro
ambiental. O efeito da interação dos híbridos por ambientes foi expressivo. A
aplicação do método AMMI possibilitou o estudo da interação dos híbridos por
ambientes a partir de PATs de milho. Os híbridos 7 e 8 são recomendados para
os ambientes de maior qualidade ambiental, conforme apontado pelo método de
Cruz, Torres e Vencovsky (1989), enquanto que os híbridos 3, 5 e 12 apresentam
adaptabilidade ampla. Os métodos de Lin e Binns e Annicchiarico assinalam o
híbrido 8 como o mais promissor, por associar elevada produtividade e menor
risco de adoção pelos produtores nos ambientes de cultivo testados.
Abstract
In corn breeding programs conducted by private companies, it is common to
perform the product advanced trials in several cultivation environments in order
to better position the new hybrids, as well as to provide opportunities for the
producers to evaluate their product. In this work, we aimed at describing the
adaptability and stability of corn hybrids using unreplicated product advanced
trials (PAT) with AMMI (additive main effects and multiplicative interaction)
approach and complementary methods. We considered the grain productivity
data of twelve corn hybrids evaluated in a product advanced trial network
conducted by the company DuPont Pioneer in 80 cultivation environments in the
states of Minas Gerais and Goiás, in interim-harvest of 2014. The AMMI
analysis was employed along with the bisegmental lineal regression methods,
developed by Lin and Binns and by Annicchiarico. Significant differences, as
well as a marked macro-environmental variation, were verified between the
tested hybrids. The effect of hybrid interaction by environments was expressive.
The application of the AMMI method allowed the study of hybrid interaction by
environment based on the corn PAT´s. Hybrids 7 and 8 are recommended for
higher quality environments, according to results obtained by Cruz et al. (1989),
while hybrids 3, 5 and 12 presented wide adaptability. The methods developed
by Lin and Binns and by Annicchiarico show hybrid 8 as the most promising for
associating high productivity and lower risk in the tested cultivation
environments.
Descrição
Área de concentração
Agência de desenvolvimento
Palavra chave
Marca
Objetivo
Procedência
Impacto da pesquisa
Resumen
ISBN
DOI
Citação
SANTOS, D. C. dos. Adaptabilidade e estabilidade de híbridos de milho em ensaios avançados. 2016. 43 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Mestrado Profissional em Genética e Melhoramento de Plantas)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2016.
