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Comparação entre métodos para avaliação de volume total de madeira por unidade de área, para o Pinheiro do Paraná, na região sul do Brasil
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Resumo
O objetivo da presente pesquisa foi comparar os resultados de volumes por hectare e por classe de
diâmetro obtidos pelos seguintes métodos de avaliação: 1. inventário florestal convencional; 2. tabela de volume
do povoamento florestal e 3. distribuição diamétrica. Os dados utilizados são provenientes do Inventário Florestal
do Pinheiro (Araucaria augustifolia (Bert.) O. Ktze.) no Sul do Brasil, realizado em 1977 e 1978. Foi medidos o
diâmetro à altura do peito (d) e à altura de todas as árvores com d ³ 20 cm em 323 parcelas de 20 x 125 m (2.500
m²), das quais 167 em florestas primárias e 156 em florestas secundárias de pinheiro do Paraná, distribuídas em
toda a região de ocorrência natural dessa espécie nos três estados da região Sul do Brasil. Os métodos de avaliação
de volumes por unidade de área estão descritos em materiais e métodos. Após o processamento dos dados,
obtiveram-se volumes totais com casca de 435,00 m³ e 167,62 m³ por hectare, respectivamente, para as tipologias
I e II, estimados pelo método 1. Os resultados da utilização do método 2 foram, respectivamente, 444,21 m³ e
177,46 por hectare. Utilizando o método 3, obtiveram-se volumes de 404,43 e 165,64 m³ por hectare, para as duas
tipologias florestais. A comparação estatística entre os resultados dos três métodos foi feita pela análise da
variância, utilizando delineamento em blocos casualizados. Havendo diferença significativa, procedeu-se então ao
teste de comparação de médias de Scott-Knott, a 5% de probabilidade. Os métodos foram consideradas como
tratamentos e as classes de diâmetro como blocos. Este teste detectou que os resultados dos métodos 1 e 2 foram
idênticos, porém, ambos diferiram do resultado obtido pelo método 3, no caso da tipologia I . Ao efetuar a mesma
análise comparativa para a tipologia II, constatou-se que não houve significância no efeito dos tratamentos.
Portanto, os três métodos comparados propiciaram estimativas do volume por unidade de área estatisticamente
semelhantes.
Abstract
The objective of this research was to compare results of volumes per hectare and per diameter class obtained with the following evaluation methods: 1. Conventional forest inventory. 2. Stand volume table; 3. Diameter distribution. The data came from the Parana Pine (Araucaria angustifolia) forest inventory carried out in 1977 and 1978 in southern region of Brazil. Diameter at breast height (DBH), and height of every tree with DBH ³ 20 cm were measured in 322 plots with dimensions of 20 x 125 m (2500 m²), (167 plots located in old growth forests and 156 plots in secondary forest of Parana Pine), scatered over the whole region of natural distribution of this tree species in Southern Brazil. After data processing it was obtained total volumes outside bark of 435.00 m³ and 167.62 m³ per hectare respectivly for forest type I and II, estimated through method 1. Results from method 2 were 444.21 and 177.46 m³ per hectare respectively, and from method 3 were 404.43 and 165.64 m³ per hectare for types I and II, respectively. Statistical comparison of results obtained from the three evaluation methods was done through analysis of variance with a randon bloks design. When a significant difference was identified, the Scott-Knott test of means comparison was performed at 5% of probability. For the ANOVA the methods were considered as treatments, and the diameter classes, as blocks. This test detected that the results from the methods 1 and 2 were statisticaly identicals, but both differred from the results obtained by method 3 for forest type I. The same analysis performed for forest type II did not showed any significant difference among treatments. Thus, for forest type II all methodos provided statiscally similars volume estimates per hectare.
Descrição
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Citação
MACHADO, S. A.; MELLO, J. M. de; BARROS, D. A. de. Comparação entre métodos para avaliação de volume total de madeira por unidade de área, para o Pinheiro do Paraná, na região sul do Brasil. Cerne, Lavras, v. 6, n. 2, p. 55-66, 2000.
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