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Agar does not affect in vitro rhizogenesis and ex vitro acclimatization of Handroanthus chrysotrichus
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Resumo
Handroanthus chrysotrichus (Mart. ex DC.) J. Mattos (Bignoniaceae), conhecida
como ipê-amarelo, é uma espécie dotada de importância econômica, ecológica e ornamental.
No presente trabalho o objetivo foi avaliar o efeito do ágar na rizogênese in vitro e na
subsequente aclimatização ex vitro, bem como a eficiência deste processo em relação à
sobrevivência e à retomada do crescimento e desenvolvimento das plantas micropropagadas
de H. chrysotrichus. Na rizogênese in vitro, brotações micropropagadas na ausência de
reguladores de crescimento foram cultivadas in vitro por 30 dias, em meio nutritivo WPM
cujas concentrações de sais foram reduzidas à metade (½WPM), acrescido de 30 g.L-1 de
sacarose, 50 mg.L-1 de mio-inositol e 30 cm³ de vermiculita, na presença de diferentes
concentrações de ágar (0; 3,5 ou 7 g.L-1) e ausência de fitorreguladores. Decorrido esse
período, as plantas provenientes dos tratamentos do ensaio de rizogênese foram submetidas
à aclimatização ex vitro, processo composto por três etapas e duração de 49 dias. O ágar
foi dispensável na indução de raízes adventícias, principalmente no que diz respeito às
secundárias. Igualmente, na aclimatização, plantas provenientes de cultivo na ausência de ágar
apresentaram melhor desempenho, em especial no que diz respeito ao número de folhas. A
ausência de ágar propicia elevadas médias de rizogênese, e, simultaneamente, plantas com
características adequadas para iniciar a aclimatização. A aclimatização resulta em elevada
sobrevivência, retomada do crescimento e desenvolvimento de plantas micropropagadas de
H. chrysotrichus, e esta etapa também não é afetado pelo ágar na etapa de rizogênese.
Abstract
The golden trumpet tree Handroanthus chrysotrichus (Bignoniaceae) is an important species, owing to its economic, ecological, medicinal, and ornamental value. However, its production is hindered due to lack of seed availability and viability improved methods of vegetative propagation are needed. Therefore, we evaluated the effect of agar on in vitro rhizogenesis of H. chrysotrichus shoots and the subsequent ex vitro acclimatization of the plants obtained. In the in vitro rhizogenesis assay, we cultured the micropropagated shoots on half-strength nutritive Woody Plant Medium (½WPM) supplemented with 30 g.L-1 sucrose, 50 mg.L-1 myoinositol, 30 cm³ of vermiculite, and one of the three agar concentrations (0, 3.5, or 7 g.L-1), and after 30 d, we assessed the shoots for root production and leaf number. Thereafter, the plants were subjected to a 49-d ex vitro acclimatization period, which consisted of two stages in a growth room and one stage in a greenhouse; we assessed plant survival, leaf number and increases in stem height at the end of each stage. We found that the addition of agar to the growth medium was not necessary to induce adventitious rooting, especially with respect to secondary roots, and that plants grown on medium without agar had the highest number of leaves after acclimatization. Therefore, agar actually hindered both in vitro rhizogenesis and ex vitro acclimatization. The ex vitro acclimatization result in high survival and resumption of growth and development of H. chrysotrichus micropropagated plants, and this step is not affected by agar on in vitro rhizogenesis.
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RABAIOLLI, S. M. dos S. et al. Agar does not affect in vitro rhizogenesis and ex vitro acclimatization of Handroanthus chrysotrichus. CERNE, Lavras, v. 23, n. 2, p. 185-192, 2017. DOI: 10.1590/01047760201723022289.
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