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Efeito de metabólitos bacterianos em diferentes estádios de Meloidogyne incognita
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Universidade Federal de Lavras
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Escola de Ciências Agrárias de Lavras ( ESAL)
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Departamento de Fitopatologia
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Departamento de Fitopatologia
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Dados abertos
Resumo
Volatile organic compounds (VOCs) from 36 endophytic bacteria were tested for antagonism to the nematode Meloidogyne incognita. Most of the isolates (94.4%) caused very strong immobility of M. incognita J2 whereas only 30.6% and 38.9% caused very strong and strong mortalities, respectively. Among the isolates that simultaneously caused very strong immobility and mortality were: Bacillus pumilus (four isolates), B. sphaericus (three isolates), B. cereus, B. amyloliquefaciens, Paenibacillus macerans and P 11 (non-identified species). The exposure of M. incognita J2 to VOCs produced by B. sphaericus (is. 43) and B. pumilus (is. 51 and 52) VOCs highly decreased egg-hatching, infectivity on tomato and body lipid energy. By gas chromatography analysis, 12, 4 and 3 molecules were identified from is. 43 (B. sphaericus) is. 51 and 52 (B. pumilus), respectively. Some molecules found in bacterium VOCs i.e. dodecanone, 2,4-di-tert-butylphenol (BHT), 2-ethyl-1-hexanol, 4-methylnonane caused low M. incognita J2 mortality or none when the commercial products were tested. On the other hand, linalool produced by B. sphaericus (is. 43) showed high J2 mortality when the commercial product was tested. In another work, seventy one isolates of rhizobacterium and endophytic bacterium supernatants were lyophilized or not and lyophilized followed by amino acid extraction by dichloromethane and then tested for M. incognita J2 immobility and mortality. The nematicidal activity of the non-treated bacterium culture filtrates was reduced by lyophilization and even more so when the lyophilization was followed by dichloromethane treatment. Thus, the amino acids were the active ingredient of the bacterium cultures antagonistic to M. incognita.
Os compostos orgânicos voláteis (COVs) de 36 bactérias endofíticas foram testados no antagonismo ao nematoide Meloidogyne incognita. A maioria deles (94,4%) causou imobilidade muito forte de juvenis de segundo estádio (J2) de M. incognita enquanto apenas 30,6% e 38,9% causaram mortalidade muito forte e forte, respectivamente. Entre os isolados que, simultaneamente, causavam imobilidade e mortalidade muito fortes estão: Bacillus pumilus (quatro isolados), B. sphaericus (três isolados), B. cereus, B. amyloliquefaciens, Paenibacillus macerans e P 11 (espécie não-identificada). A exposição de J2 de M. incognita aos COVs, produzidos pelo B. sphaericus (is. 43) e B. pumilus (is. 51 e 52) reduziu bastante a eclosão, a infectividade de J2 em tomateiro e a energia corporal (lipídios). Foram identificadas, por cromatografia gasosa, 12, 4 e 3 moléculas a partir do is. 43 (B. sphaericus) is. 51 e 52 (B. pumilus), respectivamente. Algumas moléculas encontradas nos COVs bacterianos, isto é, dodecanona, 2,4-di-terc-butilfenol (BHT), 2-etil-1-hexanol, 4-metilnonano causaram baixa ou nenhuma mortalidade de J2 de M. incognita, quando os produtos comerciais equivalentes foram testados. Entretanto, o linalool, produzido por B. sphaericus (is. 43), apresentou alta mortalidade de J2 quando foi testado o produto comercial. Em outro trabalho, foram realizados testes de mobilidade e mortalidade de J2 de M. incognita com filtrados de 71 isolados rizobacterianos e de bactérias endofíticas, liofilizados ou não e liofilizados com a extração de aminoácidos com diclorometano. A atividade nematicida dos filtrados bacterianos foi reduzida com a liofilização e foi, ainda, maior quando o processo de liofilização foi seguido pelo tratamento com diclorometano. Portanto, os aminoácidos foram os ingredientes ativos, dos filtrados bacterianos, no antagonismo a M. incognita.
Os compostos orgânicos voláteis (COVs) de 36 bactérias endofíticas foram testados no antagonismo ao nematoide Meloidogyne incognita. A maioria deles (94,4%) causou imobilidade muito forte de juvenis de segundo estádio (J2) de M. incognita enquanto apenas 30,6% e 38,9% causaram mortalidade muito forte e forte, respectivamente. Entre os isolados que, simultaneamente, causavam imobilidade e mortalidade muito fortes estão: Bacillus pumilus (quatro isolados), B. sphaericus (três isolados), B. cereus, B. amyloliquefaciens, Paenibacillus macerans e P 11 (espécie não-identificada). A exposição de J2 de M. incognita aos COVs, produzidos pelo B. sphaericus (is. 43) e B. pumilus (is. 51 e 52) reduziu bastante a eclosão, a infectividade de J2 em tomateiro e a energia corporal (lipídios). Foram identificadas, por cromatografia gasosa, 12, 4 e 3 moléculas a partir do is. 43 (B. sphaericus) is. 51 e 52 (B. pumilus), respectivamente. Algumas moléculas encontradas nos COVs bacterianos, isto é, dodecanona, 2,4-di-terc-butilfenol (BHT), 2-etil-1-hexanol, 4-metilnonano causaram baixa ou nenhuma mortalidade de J2 de M. incognita, quando os produtos comerciais equivalentes foram testados. Entretanto, o linalool, produzido por B. sphaericus (is. 43), apresentou alta mortalidade de J2 quando foi testado o produto comercial. Em outro trabalho, foram realizados testes de mobilidade e mortalidade de J2 de M. incognita com filtrados de 71 isolados rizobacterianos e de bactérias endofíticas, liofilizados ou não e liofilizados com a extração de aminoácidos com diclorometano. A atividade nematicida dos filtrados bacterianos foi reduzida com a liofilização e foi, ainda, maior quando o processo de liofilização foi seguido pelo tratamento com diclorometano. Portanto, os aminoácidos foram os ingredientes ativos, dos filtrados bacterianos, no antagonismo a M. incognita.
Abstract
Descrição
Tese apresentada à Universidade Federal de Lavras, como parte das exigências do Programa de Pós-Graduação em Agronomia/Fitopatologia, área de concentração em Fitopatologia, para obtenção do título de Doutor.
Área de concentração
Fitopatologia
Agência de desenvolvimento
Palavra chave
Marca
Objetivo
Procedência
Impacto da pesquisa
Resumen
ISBN
DOI
Citação
PINHO, R. S. C. de. Efeito de metabólitos bacterianos em diferentes estádios de Meloidogyne incognita. 2010. 74 p. Tese (Doutorado em Agronomia/Fitopatologia) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2010.
