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Mecanismos anatômicos e fisiológicos de plantas de aguapé para a tolerância à contaminação por Arsênio
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Resumo
Este trabalho teve como objetivo a avaliação das características anatômicas e
fisiológicas de aguapé (Eichhornia crassipes) em resposta ao estresse por arsênio. As plantas
de aguapé foram cultivadas em solução nutritiva hidropônica de Hoagland em casa de vegetação
sob cinco concentrações de arsênio: 0,0; 0,25; 0,5; 1,0; e 2,0 mg L-1 por período de 20 dias. As
plantas demonstraram aumento na taxa fotossintética, na condutância estomática, na
transpiração e na relação Ci/Ca, bem como na atividade de todas as enzimas do sistema
antioxidante, com maior atividade nas folhas em relação às raízes nos tratamentos contendo
arsênio. As características anatômicas das folhas das plantas sob as maiores concentrações
de arsênio mostraram aumento na densidade estomática, no índice estomático e na espessura
do parênquima esponjoso. A anatomia radicular não evidenciou alterações decorrentes da
intoxicação por arsênio e modificações nas características do xilema e floema, porém não
houve prejuízos à sua estrutura e função. Dessa forma, o estresse por intoxicação pelo arsênio,
nas concentrações testadas, não é evidente nas plantas de E. crassipes, e os mecanismos de
tolerância são relacionados com modificações na anatomia e fisiologia das plantas.
Abstract
This work aimed to evaluate the anatomical and physiological characteristics of
Eichhornia crassipes in response to arsenic stress. Plants of E. crassipes were grown in
Hoagland hydroponic nutritive solution under greenhouse conditions at five arsenic levels: 0.0,
0.25, 0.50, 1.0 and 2.0 mg L-1 during 20 days. The plants showed an increase in photosynthetic
rate, stomatal conductance, transpiration and Ci/Ca rate, as well as in the activity of all the enzymes
in the antioxidant system, with higher activity in the leaves than in the roots, in all the treatments
with arsenic. The anatomical characteristics observed on the leaves of the plants under higher
arsenic levels showed an increase in stomatal density, stomatal index and spongy parenchyma
thickness. Root anatomy showed no toxic evidences at any arsenic level; changes in the xylem and
phloem characteristics were exhibited by the roots in the arsenic treatments, but no damage was
caused to its structure and function. Thus, stress caused by arsenic intoxication at the levels
tested, is not evident on E. crassipes plants, and the mechanisms of tolerance of E. crassipes are
associated to anatomical and physiological changes.
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PEREIRA, F. J. et al. Mecanismos anatômicos e fisiológicos de plantas de aguapé para a tolerância à contaminação por Arsênio. Planta Daninha, Viçosa, MG, v. 29, n. 2, p. 259-267, 2011.
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